“Penso, logo existo”, a frase de Descartes que retorna com força: entender a consciência não é mais filosofia, mas uma urgência científica
Heráclito, o filósofo do fluxo, já avisava sobre a aceitação das mudanças: “Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio”
Nietzsche, o filósofo da vontade, já questionava a força de cada um: “Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como”
Marco Aurélio, o imperador e filósofo, escreveu sobre o poder da mente: “A felicidade da sua vida depende da qualidade dos seus pensamentos”
Aristóteles, o pensador grego, já explicava sobre a força da rotina: “Nós somos o que fazemos repetidamente, a excelência não é um ato, mas um hábito”
Sócrates, o pai da filosofia, já nos avisava a mais de 2.400 anos: “Uma vida não examinada não vale a pena ser vivida”
Arthur Schopenhauer e a dura verdade sobre a solidão: “Um homem só pode ser ele próprio enquanto estiver sozinho”
O que Aristóteles quis dizer com “Somos aquilo que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito.”