Hipátia de Alexandria, a maior matemática e astrônoma da antiguidade: “Conserve o seu direito de pensar, pois mesmo pensar errado é melhor do que não pensar”
Epicteto, o mestre da liberdade interior, nos lembra desde 100 d.C.: “Não são as coisas que nos perturbam, mas a opinião que temos sobre elas”
Aristóteles, o pensador que definiu a lógica, nos orienta desde 340 a.C.: “Somos o que repetidamente fazemos, portanto a excelência não é um ato, mas um hábito”
A psicologia esclarece por que quase todas as pessoas inteligentes mudam de opinião diante dos outros com mais frequência do que o restante de nós costuma fazer, e o motivo não é que eles se importam menos em estar certos, mas sim que deixaram de sentir a necessidade de parecerem corretos enquanto descobrem o que é verdade
Sêneca, o mestre do estoicismo, nos ensina desde o ano 50 d.C.: “A vida é longa se você souber como vivê-la”
Marco Aurélio, o imperador romano e filósofo, reforça desde 170 d.C.: “A felicidade da sua vida depende da qualidade dos seus pensamentos”
Sócrates, o filósofo que inquietava Atenas, já nos avisava desde 399 a.C.: “A vida sem reflexão não vale a pena ser vivida”
Diógenes de Sínope, filósofo cínico desde antes de Cristo: “Para que serve um pensador se ele não magoa os sentimentos de ninguém”
Arthur Schopenhauer, filósofo alemão do realismo: “O homem pode fazer o que quer mas não pode querer o que quer”
A psicologia explica que quem chega aos 60 anos sem amigos do peito não tem nenhum problema de convivência, na verdade muitas dessas pessoas carregaram o peso dos problemas dos outros por tanto tempo que uma amizade de verdade começou a parecer algo estranho
A psicologia diz que as pessoas que dividem a cama com seus animais entendem no fundo algo que muitos adultos esquecem: que as relações que funcionam de verdade não exigem que a gente seja ninguém além de nós mesmos, e um bicho que não pede nada em troca é o que mais lembra a gente disso