Albert Camus, o pensador do absurdo: “O vazio que você chama de tédio todo dia também pode revelar o seu jeito de procurar sentido onde ninguém deixou respostas”
Sêneca, filósofo romano, já nos cutucava desde o século I: “Primeiro diga a si mesmo o que merece sua paz, depois abandone o que rouba sua calma”
Epicteto, o mestre da liberdade interior: “Você perde a paz quando tenta controlar aquilo que nunca esteve em suas mãos”
Albert Camus, o pensador do absurdo: “Mesmo quando o mundo parece não responder, continuar vivendo já é uma forma silenciosa de coragem”
Lao-Tsé, sábio filósofo chinês e mestre do Tao, desde 600 a.C.: “Aquele que vence os outros é forte, mas aquele que vence a si mesmo é poderoso”
Sêneca, sábio filósofo romano e mestre da serenidade, desde o século I: “Quando vires um homem calmo, aprende com ele; quando vires um homem tomado pela raiva, examina-te a ti mesmo”
Sócrates, filósofo grego e mestre do autoconhecimento: “Aquele que controla sua vaidade e ignora os aplausos vazios encontrará a sabedoria que os outros procuram a vida inteira.”
Epicteto, o mestre da liberdade interior: “A raiva que você justifica todo dia também pode revelar o seu jeito de se aprisionar sem perceber”
Epicteto, o mestre da liberdade interior: “A irritação que você chama de sinceridade todo dia também pode revelar o seu jeito de reagir ao que ainda te domina”
Aristóteles, filósofo grego, já nos cutucava desde o século IV a.C.: “Primeiro diga a si mesmo quais hábitos está repetindo, depois entenda que eles estão formando seu destino”
Aristóteles, sábio filósofo grego e mestre da razão, desde 300 a.C.: “Quando vires um homem equilibrado, observa-o; quando vires um homem dominado pelos excessos, examina-te a ti mesmo”