Zygmunt Bauman, sociólogo polonês: “as relações atuais são como copos descartáveis que a gente joga fora na primeira briga”
Stephen Hawking, físico renomado: “até quem acredita no destino olha para os dois lados antes de atravessar a rua para não sofrer um acidente bobo”
Platão, grande filósofo, questionou: “podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro, a real tragédia é quando homens têm medo da luz”
Marco Aurélio, filósofo, escreveu em 170 d.C: “a felicidade da sua vida depende da qualidade dos seus pensamentos, pois a mente se tinge com a cor das suas ideias”
Lao Tsé, filósofo, ja nos explicava: “quem conhece os outros é sábio, mas quem conhece a si mesmo é uma pessoa iluminada”
Epicuro, filósofo, ensinou em 300 a.C: “nada é suficiente para quem o suficiente é pouco, e o desejo insaciável vira uma prisão”
Blaise Pascal, filósofo, alertava há anos: “toda a infelicidade dos homens vem de uma única coisa, que é não saberem ficar quietos em um quarto”
Friedrich Nietzsche, grande filósofo, explicava desde 1882: “aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro”
Heráclito, filósofo do fluxo, nos ensinava a não nos amedrontar: “Ninguém pisa no mesmo rio duas vezes, pois o rio não é o mesmo e nem o homem”
Sócrates, o pai da sabedoria, já nos discipulava antes de termos nascido: “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”
Epicteto, sábio que foi escravo, nos ensinava desde a antiguidade: “Não são as coisas que nos perturbam, mas sim a opinião que temos sobre elas”
Sêneca, pensador romano de milênios atrás, já nos avisava a muito tempo: “Apressa-te a viver e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”