Aristóteles, o filósofo, já previa isso aos 60 anos: “Amar é desejar o bem do outro acima do próprio bem”
Aristóteles o pai da constância: “Nós somos o que fazemos repetidamente, a excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito”
Sêneca o mestre da resiliência: “Não é porque as coisas são difíceis que não ousamos, é porque não ousamos que elas são difíceis”