Confúcio, o filósofo chinês, já alertava em 500 a.C.: “Quem exige muito de si mesmo e espera pouco dos outros, manterá o ressentimento à distância.”
Nikola Tesla, o gênio da energia: “O presente é deles, o futuro, pelo qual eu realmente trabalhei, é meu”
Arthur Schopenhauer, o filósofo da vontade: “O destino baralha as cartas, mas somos nós que as jogamos”