Marco Aurélio, o imperador que governou a si mesmo: “A arte de viver, assemelha-se mais à luta do que à dança”
Epicuro, o filósofo que valorizava o essencial: “Não estrague o que você tem desejando aquilo que não possui”
Confucio, grande sábio oriental e mestre da ética: “Aquele que demanda bastante de si próprio e aguarda o mínimo de terceiros evitará com sucesso o rancor.”
Diógenes de Sínope, o filósofo que vivia junto de sua liberdade: “Quem tem menos necessidades é quem chega mais perto de ser livre”
Lao Tse, filósofo oriental: ”Aquele que compreende, silencia; aquele que muito proclama, nada entende.”
Sêneca, o conselheiro dos imperadores e mestre do estoicismo: “não é que temos pouco tempo, mas sim que desperdiçamos muito”
Friedrich Nietzsche, o provocador da mente humana : “aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como”
Epicuro, o sábio que ensina que a vontade não traz paz de espírito: “Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco”
Aristóteles, o tutor da sabedoria prática e mestre da ética: “nós somos o que fazemos repetidamente, a excelência não é um ato mas sim um hábito”
Leonardo da Vinci, o mestre e gênio do renascimento: “a simplicidade é o último grau da sofisticação”
Lao Tsé, o antigo sábio chinês e pai do Taoismo: “Um bom viajante não tem planos fixos e não está obcecado em chegar”
Sêneca, o mestre do estoicismo na Roma Antiga: “Ninguém é mais infeliz do que aquele a quem a adversidade nunca chega, pois não lhe foi permitido testar a si mesmo”