Qual o papel das empresas no combate ao racismo estrutural?

Em meio à pandemia do novo coronavírus, outro debate emergiu no Brasil e no mundo após a indignação coletiva causada pela morte de George Floyd, nos Estados Unidos: qual o papel da sociedade civil, das organizações e das empresas no combate ao racismo estrutural?

A análise desta questão foi o tema do primeiro evento do projeto Causando Encontros, promovido pela Catraca Livre e o Festival Path com o objetivo de conectar lideranças empresariais a protagonistas de lutas sociais em diferentes frentes.

Para Christiane Silva Pinto, analista de estratégias de marketing para micro e pequenas empresas do Google Brasil e fundadora do comitê AfroGooglers, que foi uma das convidadas do bate-papo: “Precisou o negócio esquentar lá nos EUA para as empresas aqui começarem a se mexer e a se posicionarem”.

De acordo com a fundadora do comitê AfroGooglers, quem ainda está nesta fase de educação e conscientização sobre o racismo, infelizmente está muito atrasado. “Porque realmente quer dizer que só enxergou que tem pretos na sua empresa ou no seu convívio agora”.

Confira no vídeo uma pequena parte da participação da fundadora do AfroGooglers na primeira edição do Causando Encontros. E para assistir o debate na íntegra é só clicar no link: https://youtu.be/taqBfwLR_iI

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