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Lobotomia social é tema do monólogo ‘Obra Sobre Ruínas’

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Por: Redação
Até de de
Domingo – Segunda – Sexta – Sábado
– Às sextas, aos sábados e às Segundas, às 21h; aos domingos, às 19h
Preço: Comprar
R$20,00
R$40,00
Local: SP Escola de Teatro – sede Roosevelt
Praça Franklin Roosevelt, 210 – Bela Vista, São Paulo – SP, Brasil
Mais informações:
Telefone: (21) 2265-9933
Site: http://www.funarte.gov.br/espaco-cultural/teatro-cacilda-becker/
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A lobotomia social metafórica pela qual as pessoas passam para se enquadrar aos padrões arbitrários inventados pela sociedade é o tema de “Obra Sobre Ruínas – Um Experimento Cênico Sobre Amor e Liberdade”, com direção e texto de Fernando Aveiro, que estreia no dia 10 de agosto na SP Escola de Teatro, sede Roosevelt, Sala R1.

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Com atuação de Humberto Caligari, o monólogo revela a transformação de um indivíduo que se perdeu da sua verdadeira essência e resolveu aceitar a sina trágica de fazer uma cirurgia de lobotomia para se adequar aos padrões que a sociedade espera dele. Quando está prestes a passar por esse procedimento, entra em um estado onírico e revisita as estrutura que influenciaram a construção de sua identidade. Ao final dessa tentativa de desfragmentar as dores do passado, ele renasce em um ser híbrido e autêntico.

“Este Ser quando enxerga essas formas de aprisionamento, entrega-se para uma morte metafórica. Ele decide assumir sua identidade essencial, o entendimento de que é possível existir independentemente de qualquer imposição. E nesse renascimento ele é capaz de se despir de qualquer tipo de máscara”, revela o diretor Fernando Aveiro.

Sobre o Núcleo de Pesquisa Caxote

Criado em 2013, o Núcleo de Pesquisa Caxote surgiu com a proposta de promover a dramaturgia contemporânea e criar releituras de obras de dramaturgos já consagrados. A pesquisa consiste em fazer o teatro interagir com outras formas de expressões artísticas, a fim de dialogar com a cena teatral contemporânea, sem perder o foco na primazia do trabalho do ator.

A estreia do grupo foi marcada pela peça “Por acaso, navalha – teatro instalação”, com direção de Fernando Aveiro, uma releitura da consagrada “Navalha na Carne”, obra-prima do dramaturgo santista Plínio Marcos. A encenação propunha um diálogo com artes plásticas e instalação, rompendo qualquer distinção entre plateia e cena. O trabalho obteve grande repercussão de mídia, crítica e público e ganhou três indicações ao Prêmio Melhores do Teatro R7, nas categorias de ator e atriz revelação para Humberto Caligari e Bárbara Salomé, e de melhor cenário para Rosângela Ribeiro.

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Tags:#Teatro
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