Exposição ‘O Inquietante’ exibe obras sombrias na Verve Galeria

"A Traição do Olhar" (2017) de Flávio Cerqueira é atração da mostra O Inquietante
Até
21
de julho 2018
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado
Terças, Quartas, Quintas e Sextas das 10:00 às 19:00 Sábados das 11:00 às 17:00
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Verve Galeria

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Inspirada em ensaio de Sigmund Freud, exposição reúne esculturas, pinturas e fotografias de artistas como Tomoshige Kusuno, Farnese de Andrade e Wesley Duke Lee

As mais profundas inquietações da psique humana são o ponto de partida da exposição coletiva “O Inquietante”, inspirada nos conceitos propostos pela obra homônima do psicanalista Sigmund Freud (1856-1939). Sob a curadoria de Agnese Fabbiani e Ian Duarte Lucas, a mostra fica em cartaz na Verve Galeria, entre 8 de junho e 21 de julho, com visitação de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 17h, e entrada Catraca Livre.

"Série das Ligas" (1960), de Wesley Duke Lee, é destaque na mostra O Inquietante
"Série das Ligas" (1960), de Wesley Duke Lee, é destaque na mostra O Inquietante
"A Traição do Olhar" (2017) de Flávio Cerqueira é atração da mostra O Inquietante
Obra Sem Título (201) de Francisco Hurtz é atração da mostra O Inquietante
Obra Sem Título (201) de Francisco Hurtz é atração da mostra O Inquietante
Obra Sem Título (201) de Francisco Hurtz é atração da mostra O Inquietante
Obra Sem Título (201) de Francisco Hurtz é atração da mostra O Inquietante
"O Confronto", de Luciano Zanette, é atração da mostra O Inquietante

A exposição reúne 21 trabalhos dos artistas Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Francisco Hurtz, Luciano Zanette, Luc Dubois, Monica Piloni, Tomoshige Kusuno, Walmor Corrêa e Wesley Duke Lee. As pinturas, esculturas, ilustrações e fotografias expostas buscam despertar no espectador uma reação para o sombrio e o estranho, para aquilo que mexe com as mais profundas inquietações do ser humano.

Um dos destaques é a “Série das Ligas”, do paulistano Wesley Duke Lee (1931-2010), que foi alvo de polêmicas nos anos de 1960, quando inaugurou o movimento do “realismo mágico”, com Maria Cecília (1928), Bernardo Cid (1925-1982), Otto Stupakoff (1935-2009) e Pedro Manuel-Gismondi (1925-1999), entre outros.

A ideia da primeira mostra coletiva da Verve Galeria é promover um diálogo entre diferentes gerações de artistas sobre esse tema recorrente na História da Arte: o “dissonante” aparece da obra do pintor holandês Hyeronymous Bosch (1450-1516) aos trabalhos de artistas surrealistas e à arte contemporânea.

Estranhamento

De acordo com o ensaio de Freud, a sensação de estranhamento diante de algo pode representar o momento em que a fronteira entre a fantasia e a realidade se apaga, como por exemplo, quando um complexo infantil que foi reprimido no passado é revivido de alguma forma, ou quando crenças primitivas aparecem novamente.

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Autor: Por: Redação