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Exposições em São Paulo: descubra onde curtir arte na cidade

Arte para todos os gostos e bolsos! A Catraca Livre listou diversas mostras diferentes para você visitar. Só vem:

Por: Redação

Você sabia que para curtir arte na cidade não é preciso desembolsar centenas de reais? Acontecem inúmeras exposições em São Paulo dos mais variados temas e estilos. E, para te ajudar a escolher quais delas visitar, a Catraca Livre preparou uma listinha com mostras que você vai amar, certeza!

exposições em sp
Crédito: Créditos ao longo do postSP tem arte para todos os gostos!

Tem opções para todos os gostos: fotografias, pinturas, esculturas, desenhos, vídeos ou instalações;  interativas ou mais contemplativas; de arte clássica ou contemporânea; de arte figurativa ou abstrata; individual ou coletiva; e sobre os mais diferentes assuntos!

Ah! E, para garantir a sua segurança, fique ligade nas recomendações e cuidados que TODOS os museus e centros culturais adotaram na prevenção contra a Covid-19 (confira dicas no final do post).

São Paulo é terra de arte (e nós podemos provar!): 

  • “Maria Martins: desejo imaginante”

Até 30 de janeiro de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De terça, das 10h às 18h, quarta a sexta, das 12h às 18h, aos sábados e domingos, das 10h às 18h

Site: masp.org.br

Telefone: (11) 3149-5959

O MASP está em cartaz com uma exposição completíssima de Maria Martins (1894 – 1973), uma importante artista do modernismo brasileiro, com grande projeção no cenário do surrealismo internacional.

Maria Martins: Desejo Imaginante, MASP
Crédito: Reprodução/ Facebook @maspmuseuObra de Maria Martins explora diferentes aspectos do feminino

Até 30 de janeiro, os visitantes têm acesso aos mais diversos trabalhos de Martins, como esculturas em bronze, desenhos e gravuras que representam figuras femininas híbridas, bem como mitologias indígenas amazônicas, afro-brasileiras e da antiguidade clássica.

Na década de 1940, Maria Martins mudou-se para os Estados Unidos e, aos poucos, foi se afastando dos referenciais estritamente brasileiros para criar suas próprias mitologias. Em suas obras, o desejo e ao erotismo estão muito presentes – e de maneira monstruosa e inquietante -, desafiando a moralidade da época.

  • “Simbiose: a Ilha que Resiste”

Até 06 de fevereiro de 2022

Todos os dias

De terça a sexta, das 10h às 18h; aos sábados, das 9h às 19h; e aos domingos e feriados, das 9h às 18h.

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

A pequena ilha japonesa de Inujima, que abriga uma comunidade com apenas 30 casas, é tema de “Simbiose: a Ilha que Resiste”, a nova exposição da Japan House São Paulo.

Crédito: Takashi Homma - assessoria da Japan HouseConheça a pequena ilha de Inujima na nova exposição da Japan House

Com curadoria de Yuko Hasegawa, a mostra reúne obras de arte, fotos, vídeos e depoimentos dos moradores desse local, além de uma grande representação arquitetônica do espaço geográfico da ilha, que é famosa por suas pedreiras.

A ideia é tratar da relação entre a arte e a arquitetura integradas ao ecossistema dessa comunidade que nasceu em uma antiga paisagem industrial abandonada.

Hoje, em meio às pequenas casas tradicionais japonesas que restaram após uma crise na atividade econômica e a evasão de habitantes, é possível encontrar obras de arte e arquitetura no local, quase como se a ilha fosse um museu a céu aberto.

  • “STOP!”, de Crânio

Até 09 de fevereiro de 2022

Segunda - Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado

De segunda a sábado, das 10h às 18h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

Criador daqueles icônicos grafites com personagens indígenas azuis, o artista urbano Fabio de Oliveira Parnaiba, mais conhecido como Crânio, ganhou uma exposição bem bacana na Usina Luis Maluf.

Crédito: Divulgação - site da Luis Maluf Galeria de ArteVeja essas obras incríveis do Crânio

Trata-se da mostra “STOP!”, que exibe pinturas, esculturas e instalações com um ar de surrealismo, que tratam de temas como política, relações de consumo, questões ambientais, diferenças sociais e racismo.

Fique ligado(a), pois não é possível visitar a exposição usando bolsas e mochilas.

  • “O condensador de futuros”

Uma instalação misteriosa ocupa o Octógono da Pinacoteca até o dia 21 de fevereiro. A obra “O condensador de futuros”, de Lais Myrrha, é um convite único para o público: explorar uma grande estrutura côncava da forma em que preferir.

São múltiplas possibilidades de leitura. A instalação pode ser vista como abrigo, armadilha, nave, fundo infinito… Depende da criatividade de cada visitante.

O condensador de futuros, Pinacoteca
Crédito: Levi Fanan/ Reprodução/ Instagram @pinacotecasp“O condensador de futuros” fica exposto até 21 de fevereiro

O trabalho dessa artista é marcado por reflexões sobre os territórios, a história, a memória e a política. Nesse caso, há uma referência à arquitetura de Brasília e ela busca compreender como as construções célebres influenciam o imaginário público.

A programação faz parte do Projeto Octógono Arte Contemporânea, que comissiona obras site especific para o local desde 2003. A curadoria é de Ana Maria Maia.

“A Máquina do Mundo: Arte e indústria no Brasil 1901 – 2021”

A Pina está com uma exposição que reflete sobre as várias maneiras pelas quais a indústria impacta a produção artística no Brasil desde o início do século 20. Trata-se de uma abordagem inédita sobre a arte nacional!

“A Máquina do Mundo: Arte e indústria no Brasil 1901 – 2021” reúne cerca de 250 obras de mais de 100 artistas. São pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, objetos, filmes e poemas, tudo selecionado pelo curador José Augusto Ribeiro com assistência de Daniel Donato Ribeiro.

A Máquina do Mundo, Pinacoteca de São Paulo
Crédito: Levi Fanan/ Divulgação/ Assessoria de Imprensa da Pinacoteca de São PauloExposição da Pinacoteca de São Paulo entende o mundo como uma grande máquina

A “máquina” a que o título se refere tem duas interpretações: tanto no entendimento da arte como um aparelho, um constructo, quanto em uma associação mais imediata com as fábricas – símbolos da modernidade, com pessoas concentradas em linhas de montagem produzindo itens de circulação em massa. De uma certa forma, é como se tudo isso definisse a vida contemporânea.

Em resumo, na mostra, o mundo é entendido como uma grande máquina. Em meio a tantas obras, o público entra em contato com três trabalhos inéditos. “A Mesa de Ateliê 4”, de Ana Linnemann, apresenta um sistema complexo de procedimentos mecânicos que repetem atividades realizadas em ateliê por alguns artistas. “Em Riovenir”, de  Artur Lescher, há referência direta às esteiras de linha de produção. Já Raul Mourão realiza “Pilha/torre” que, por meio da ação dos visitantes, coloca em movimento pendular e constante uma estrutura geométrica.

O time de artistas que compõem a exposição é poderoso, com direito a criações de Abraham Palatnik, Cildo Meireles, Emiliano Di Cavalcanti, Geraldo de Barros, Guto Lacaz, Hans Gunther Flieg, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, José Resende, Julio Plaza, Leda Catunda, lole de Freitas, Lotus Lobo, Lygia Clark, Lygia Pape, Marcelo Cipis, Patricia Galvão, Raymundo Colares, Tarsila do Amaral, Waldemar Cordeiro, Waltercio Caldas, Wlademir Dias-Pino, entre muitos outros.

  • “Biblioteca: Floresta”

Até 27 de fevereiro de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De terça a sábado, das 13h30 às 18h30; e aos domingos e feriados, das 9h às 15h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

A intersecção entre literatura e artes visuais é explorada pela exposição coletiva “Biblioteca: Floresta” para tratar da investigação da mulher e de seu lugar de fala no mundo contemporâneo.

exposição em SP
Crédito: Patrícia Araújo - a4&holofote comunicaçãoUma dica ótima de exposição em SP é “Biblioteca: Floresta”, que reúne obras de 41 artistas mulheres

Com curadoria de Galciani Neves, a mostra reúne 41 obras feitas por artistas femininas como esculturas, gravuras, desenhos, pinturas, publicações, apropriações de livros, instalações, performances, textos, áudios e vídeos.

Entre as feras que exibem seu trabalho estão Adelaide Ivánova, Aline Albuquerque, Aline van Langendonck, Andréa Tavares, Carmela Gross, Fernanda Porto, Isabella Assad, Janina McQuoid, Maíra Dietrich, Mayana Redin, Mayra Martins Redin, Natalie Salazar, Neide Sá, Paloma Durante, Renata Cruz, Simone Barreto, Simone Moraes e Vera Chaves Barcellos.

  • “Sopros”

Até 06 de março de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De terça a sexta, das 10h às 18h, aos sábados, das 9h às 19h, e, aos domingos e feriados, das 9h às 18h | O agendamento online é opcional

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Até o dia 6 de março, a Japan House recebe uma exposição sobre vidros artesanais típicos do país do sol nascente. Ao longo de dois andares, o público entra em contato com peças de estilo Edo Glass, tipo de produção originária de Tóquio, destacando a tradição e a evolução deste item, bem como o seu reflexo no cotidiano nipônico.

No térreo da instituição, a expografia faz referência a um cenário industrial, contrastando-se com a delicadeza dos vidros. O público contempla mais de 300 objetos de uso cotidiano, como copos, vasos, pratos, pesos de papel, descansos para hashis, porta-onigiri (tradicional bolinho de arroz japonês) e muito mais.

Sopros, Japan House
Crédito: Estevam Romena/ Divulgação/ Suporte Comunicação Encane-se com a produção artesanal de vidros japoneses

Já no primeiro andar, estão reunidas peças com design arrojado, feitas por artesãos de todo o arquipélago japonês por meio das mais diversas técnicas. De acordo com a curadora Natasha Barzaghi Geenen, esses itens revelam o estilo de vida no território, já que eles foram criados para atender às necessidades contemporâneas.

A mostra “Sopros” reflete como a fabricação de vidros, desenvolvida no Período Edo (séc. 17 a 19), e que passou por várias transformações, se mantém ainda hoje como símbolo da produção de Tóquio.

  • “Brasilidade Pós-Modernismo”

Até 07 de março de 2022

Segunda - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De quarta a segunda-feira, das 9h às 19h | É obrigatório reservar a visita antecipadamente online

A quebra de paradigmas no universo das artes e o legado deixado pela lendária Semana de Arte Moderna de 22 são festejados na megaexposição “Brasilidade Pós-Modernismo”, que reúne o trabalho de 51 grandes artistas no CCBB SP – Centro Cultural Banco do Brasil.

Brasilidade Pós-Modernismo
Crédito: Obra "Atualizações Traumáticas de Debret", 2019-2021, Ge Viana - divulgação - assessoria de imprensa do CCBB SP“Brasilidade Pós-Modernismo” reúne obras de 51 grandes artistas contemporâneos no CCBB SP

Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra divide-se em seis núcleos, que separam as obras de acordo com os temas “Liberdade”, “Futuro”, “Identidade”, “Natureza”, “Estética” e “Poesia”.

É a chance de ver de pertinho trabalhos de feras como Cildo Meireles, Tunga, Arnaldo Antunes, Beatriz Milhazes, Adriana Varejão, Ge Viana, Jaider Esbell (1979-2021), Ernesto Neto, Jorge Bodanzky, entre muitos outros.

O público encontra preciosidades nas mais diversas linguagens, como pinturas, fotografias, desenhos, esculturas, instalações e novas mídias.

Saiba mais sobre a exposição neste link aqui.

  • “Orí”

Até 31 de março de 2022

Segunda - Terça - Quarta - Quinta - Sexta

De segunda a sexta, das 11h15 às 19h45. Agende sua visita pelo site abaixo

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Site: sescsp.org.br

Telefone: (11) 4223-8800

Carregada de significados ancestrais e contemporâneos, a mostra “Orí” leva ao Sesc São Caetano 17 obras do artista Roger Ramos, mais conhecido como Ramo, entre cerâmicas, pinturas, esculturas e instalações.

Crédito: Divulgação - Baobá Comunicação e Cultura“Orí” revela os significados ancestrais e contemporâneos na busca do artista Ramo pela própria identidade

Com curadoria de Lorraine Mendes, a mostra tem a proposta de revelar a busca de Ramo pela própria identidade e consciência de ser e estar no mundo. Como o próprio artista define:

“Orí é um exercício de solitude em meio à distopia. Um vislumbre da cabeça que cria, tecendo redes de afeto, neurais, cognitivas e narrativas. Redes que gingam com elegância por territórios urbanos e rurais. Orí é um horizonte que reside na margem, propondo novos centros, discutindo a urbe na fresta do censo e dissenso”.

  • “Tunga: conjunções magnéticas”

Até 10 de abril de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De terça a domingo, das 11h às 19h

Grátis

Contemple uma grande retrospectiva de Tunga (1952-2016) no Itaú Cultural até o dia 10 de abril.  O espaço recebe cerca de 300 obras, entre desenhos, esculturas, objetos, instalações, vídeos e performances, revelando toda as nuances desse que é considerado um dos artistas mais inventivos do país.

Com curadoria de Paulo Venancio Filho e correalização do Instituto Tunga, a mostra contempla tanto trabalhos produzidos no início de sua carreira, aos 18 anos, quanto suas últimas criações, em 2015. Além de testar várias linguagens, Tunga explorou materiais bem diferentes entre si, como ímãs, vidro, feltro, borracha, dentes e até ossos.

“Tunga: conjunções magnéticas”

Posted by Itaú Cultural on Thursday, December 9, 2021

Seu trabalho único dialogou com grandes nomes das artes contemporâneas, como Waltercio Caldas, Cildo Meireles, Sergio Camargo e Lygia Clark.

A exposição “Tunga: conjunções magnéticas” se estende para o Instituto Tomie Ohtake (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros, entrada pela Rua Coropés, 88), que recebe a escultura “Gravitação magnética “(1987) e o filme-instalação “Ão” (1981). Visite o museu de terça a domingo, das 11h às 20h, até 10 de abril.

  • “Quarantine”

Até 30 de abril de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De terça a sábado, das 10h às 21h30, e, aos domingos e feriados, das 10h às 19h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

Quem visitar o Sesc Ipiranga até o dia 30 de abril pode se deixar impactar pelas obras da mostra “Quarantine”, exibidas na Parede em Arco do 2º andar da unidade.

Durante a pandemia de Covid-19, alguns artistas de organizaram em uma cooperativa para disponibilizar suas obras por um mesmo valor. O dinheiro arrecadado com a iniciativa foi dividido igualmente entre os participantes, sendo uma parcela revertida para o fundo emergencial de apoio às pessoas trans afetadas pela Covid-19 e assistidas pela Casa Chama.

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Crédito: Cortesia da artista Yana Tamayo/ Divulgação/ a4&holofote comunicação Obra “As Margens”, de Yana Tamayo, integra exposição no Sesc Ipiranga

O projeto é idealizado e coordenado por Cristiana Tejo, Julia Morelli, Lais Myrrha e Marilá Dardot e parte dos trabalhos desenvolvidos no período agora pertence ao acervo permanente do Sesc SP.

No Sesc Ipiranga estão reunidas criações de 31 artistas nos mais diversos formatos: desenhos, gravuras digitais, vídeos e fotos de nomes como Ana Lira, Arissana Pataxó, Armando Queiroz, Bruno Faria, Caetano Costa, Clarice Cunha, Daniel Lie, Denilson Baniwa, Fabiana Faleiros, Fabio Morais, Fabio Tremonte, Fernando Cardoso, Janaína Wagner, João Loureiro, Luanda Patrícia Francisco, Lucas Bambozzi, Manauara Clandestina, Marcellvs L., Marcia Xavier, Marco Paulo Rolla, Mariana de Matos, Marta Neves, Maurício Ianês, Nicolás Robbio, Paulo Bruscky, Rafael R.G., Ricardo Basbaum, Romy Pocztaruk, Traplev, Yana Tamayo e Yuri Firmeza.

  • “Sonhei em Português”

Até 12 de junho de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

De terça a domingo, das 9h às 16h30

Mostrar como o deslocamento humano contemporâneo é atravessado pela questão da língua é a missão de “Sonhei em Português”, a nova exposição do Museu da Língua Portuguesa. Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz, a mostra foi construída a partir da experiência de imigrantes de várias nacionalidades em São Paulo.

Crédito: Ciete Silvério - divulgação - FBS ComunicaçãoA nova exposição do Museu da Língua Portuguesa fala sobre imigração!

Entre as várias obras e instalações, está Deslocamentos Cruzados, um ambiente que representa as pessoas e línguas em trânsito. Ao entrar no espaço, o público logo percebe, por meio de instalações visuais e sonoras, a enorme variedade de idiomas falados no mundo.  Há, ainda, uma vitrine que expõe letras e caracteres de várias línguas bem diferentes entre si, como árabe, chinês, hebraico e cirílico.

Outra instalação, criada por Solange Farkas, da Associação Cultural Videobrasil, reúne retratos de imigrantes de várias partes do globo que moram em SP. E a exposição também tem uma ambientação sonora com cantos em vários idiomas, reunidos pela cantora e pesquisadora Fortuna em uma trilha sonora criada para o projeto.

  • “Projetos para um Cotidiano moderno no Brasil (1920-1960)”

Até 24 de junho de 2022

Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo

Terça a domingo, das 10h às 19h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

Site: mac.usp.br

Telefone: (11) 2648-0254

Outra dica para quem ama arte moderna é curtir a exposição “Projetos para um Cotidiano moderno no Brasil (1920-1960)”, em cartaz no MAC USP. Com curadoria de Ana Magalhães e Patrícia Freitas, a mostra reúne 120 obras de sete artistas: Antonio Gomide, Emiliano Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho, Fulvio Pennacchi, John Graz, Mário Zanini e Vicente do Rego Monteiro.

Crédito: Emiliano Di Cavalcanti - Projeto para Cartaz, Rio, Guache sobre Papel - divulgação - site oficial do MAC USPA mostra do MAC USP revela como a linguagem moderna foi incorporada no cotidiano do nosso país

A ideia é mostrar como a linguagem moderna circulou por nosso país na primeira metade do século 20, sobretudo no ambiente urbano, para além dos museus e galerias de arte.

Por isso, estão expostos cartazes, ilustrações, capas de revistas, estudos para murais decorativos pensados para espaços públicos e privados e croquis de cenários e figurinos de peças de teatro e balé.

  • “Regina Silveira: Outros Paradoxos”

Até 03 de julho de 2022

De terça a domingo, das 10h às 19h

Recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência não informados pelo próprio organizador do evento

Grátis

Site: mac.usp.br

Telefone: (11) 2648-0254

Considerada uma das maiores artistas brasileiras de sua geração, Regina Silveira tem seu trabalho exposto em “Outros Paradoxos”, no MAC USP. O título da mostra faz referência à obra “Paradoxo do Santo”, que revela a atitude questionadora da artista diante da vida e da arte.

Crédito: Divulgação - site oficial do MAC USPConheça o trabalho de Regina Silveira nesta exposição em SP

Você vai conferir 42 obras de Regina Silveira, que foram doadas ao acervo do MAC USP em 2019, em parceria com a Luciana Brito Galeria.  São gravuras, experimentações, documentos e vídeos.

A ideia da exposição é mostrar como a artista problematiza a realidade à sua volta sem passar pela abordagem de assuntos explicitamente políticos ou pelo uso de imagens panfletárias. Os questionamentos sobre os códigos de representação, os jogos de luz e sombra, a ironia, os limites entre arte e não-arte estão presentes de várias maneiras nas obras.

Visita segura às exposições em SP!

Nesta fase verde da quarentena, todos os museus e centros culturais mencionados nesta lista funcionam com capacidade reduzida e seguem protocolos de segurança sanitária que devem ser respeitados por todos os visitantes. Seguem algumas orientações que, de modo geral, servem para a visita a todas as instituições:

O uso de máscara de proteção é obrigatório para todes, e, antes de entrar nesses espaços, você terá a temperatura medida. Respeite a distância entre 1,5 e 2 metros entre as pessoas indicada pela sinalização no chão. Além disso, os museus colocam tapetes sanitizantes e secantes logo na entrada e disponibiliza álcool em gel 70% em vários espaços.

Os serviços de limpeza e higienização foram intensificados nesses locais. Não é permitido o consumo de alimentos ou bebidas dentro das instituições. Antes de decidir visitar as exposições, verifique se é preciso fazer algum tipo de agendamento ou comprar antecipadamente os ingressos.


#DicaCatraca: sempre lembre de usar a máscara de proteção, andar com álcool em gel e sair de casa somente se necessário! Caso pertença ao grupo de risco ou conviva com alguém que precise de maiores cuidados, evite passeios presenciais. A situação é séria! Vamos nos cuidar para sair desta pandemia o mais rápido possível. Combinado? ❤


Ufa….O que não faltam são exposições em São Paulo, né? Então fique ligado na nossa Agenda e descubra muuuitos outros eventos culturais sem erro ;)