Mostra fotográfica expõe beleza noturna de cidades latino-americanas

Em 'Ainda Há Noite/Nos Queda la Noche', mais de 300 imagens revelam as inquietações e a poética de fotógrafos oriundos de oito países da região

Por: Redação Comunicar erro
Até
11
de agosto 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Terça a sexta, das 9h às 20h
Sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h

Com 10 projetos de 11 fotógrafos e um editor originários da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala, México, Peru e Uruguai, além da Espanha e do Reino Unido, a mostra fotográfica “Ainda Há Noite/Nos Queda la Noche” apresenta aos visitantes a noite latino-americana.

São mais de 300 imagens apresentadas em suportes diversos, que recorrem às horas noturnas para pensar a América Latina. Assim, a mostra sugere que há aspectos das identidades e das realidades latinas que só são revelados ou vistos com mais precisão nas horas em que a luz natural cede espaço à da noite.

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Projetos da mostra fotográfica

  • Série Píxeles

A série Píxeles, do argentino Alejandro Chaskielberg, traz uma mescla de poesia e crítica ao propor entender as pessoas como pixels de uma grande imagem global. Grupos de homens e mulheres estão juntos em bucólicas paisagens noturnas iluminadas apenas pelas luzes coloridas que saem dos seus celulares e as hipnotizam. Vistas no detalhe, as imagens revelam pessoas aprisionadas pelas telas.

série píxeles de ALEJANDRO CHASKIELBERG para a mostra AINDA HÁ NOITE no itaú cultural
Calicanto, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Calicanto, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série píxeles de ALEJANDRO CHASKIELBERG para a mostra AINDA HÁ NOITE no itaú cultural
Cantera Inundada, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Cantera Inundada, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série píxeles de ALEJANDRO CHASKIELBERG para a mostra AINDA HÁ NOITE no itaú cultural
Parque de La Memoria, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Parque de La Memoria, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série píxeles de ALEJANDRO CHASKIELBERG para a mostra AINDA HÁ NOITE no itaú cultural
Salinas, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Salinas, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série píxeles de ALEJANDRO CHASKIELBERG para a mostra AINDA HÁ NOITE no itaú cultural
Altas Cumbres, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Altas Cumbres, de Alejandro Chaskielberg, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Chile 874

Do Chile vem a série da dupla Alejandro e Cristóbal Olivares, Chile 874. Embora capturadas naquele país, as imagens carregam uma truculenta realidade conhecida nos demais territórios sul americanos. As fotos registram o período entre 2011 e 2013, quando professores, estudantes e seus pais, aos milhares, tomaram as ruas do Chile para protestar contra o governo e o lucro obtido com as políticas educacionais. As manifestações foram reprimidas pela polícia, que aprisionava os manifestantes e usava gás lacrimogêneo, além de força física contra a multidão. O número 874 adicionado ao título da série representa a quantidade de jovens presos em um único dia.

série chile 874 de alejandro y cristobal olivares na mostra ainda há noite no itau cultural
Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série chile 874 de alejandro y cristobal olivares na mostra ainda há noite no itau cultural
Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série chile 874 de alejandro y cristobal olivares na mostra ainda há noite no itau cultural
Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série chile 874 de alejandro y cristobal olivares na mostra ainda há noite no itau cultural
Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série chile 874 de alejandro y cristobal olivares na mostra ainda há noite no itau cultural
Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Chile 874, de Alejandro e Cristobal Olivares, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • História Natural do Silêncio

História Natural do Silêncio do colombiano Jorge Panchoaga também trata da violência sofrida pelos cidadãos latino-americanos. A série aborda um período em que, segundo o fotógrafo, uma geração de homens e mulheres entrou no mundo da clandestinidade nas diferentes cidades colombianas, como refúgio ou em articulação da economia do narcotráfico com a sociedade. Nesse contexto, as imagens revelam um povo marcado pela violência e preso à necessidade de esquecer ou de enfrentar seu passado.

Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série História Natural Del Silencio, de Jorge Panchoaga, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Insídia

Em Insídia, o guatemalteco Juan Brenner faz uma metáfora entre a imprudência de tirar fotos à noite na Cidade da Guatemala, uma atividade ousada, e a atitude despreocupada dos seres noctívagos. As suas imagens apresentam conterrâneos em momentos noturnos, como alegorias contemporâneas de quem busca um respiro em jornadas incansáveis.

Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Insídia, de Juan Brenner, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Luciernaga

Um ensaio sobre a resiliência daqueles que foram tocados pela violência em algum momento de suas vidas é o que se vê na série de fotografias Luciernaga, que são como vaga-lumes ou pirilampos, do mexicano Yael Martínez. Em sua obra, o artista explora com frequência os efeitos da pobreza e do crime organizado em Guerrero, um dos mais carentes e violentos estados mexicanos. Nesta série, ele dá voz a pessoas silenciadas pela trágica memória de longos dias transformados em sombras da noite.

Sem nome, da série Luciérnaga, de Yael Martinez, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Luciérnaga, de Yael Martinez, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Luciérnaga, de Yael Martinez, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Luciérnaga, de Yael Martinez, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Luciérnaga, de Yael Martinez, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Luciérnaga, de Yael Martinez, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • De tiempo en tiempo un volcán estalla

A peruana Gihan Tubbeh evoca uma fala feminina em De tiempo en tiempo un volcán estalla (De vez em quando, um vulcão explode). As suas imagens sugerem uma jornada onírica e alegórica à condição feminina dentro do universo, em uma construção poética por meio da associação de signos da natureza com o ser humano e os animais.

Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série De Tiempo en Tiempo un Volcán Estalla, de Gihan Tubbeh, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Basal

Por sua vez, a brasileira Luisa Dörr apresenta, em Basal, os trabalhadores noturnos da cidade que a mantém pulsante para que, ao despertar, tudo esteja em pleno funcionamento. Ela usa o termo “basal” em uma referência ao metabolismo assim denominado para explicar a energia despendida pelo corpo para manter as funções essenciais.

série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
A Secretária, da série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@A Secretária, da série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
As Policiais, , da série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@As Policiais, , da série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
O Segurança, da série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@O Segurança, da série Basal, de Luisa Dörr, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Boa noite, povo

A dupla hispano-brasileira, Cristina De Middel e Bruno Morais – ela, de Alicante; ele, carioca – utiliza narrativas construídas para ilustrar o atual contexto econômico e político, usando animais noturnos como atores improvisados. A série que apresentam chama-se Boa noite, povo, na qual investigam visualmente, por meio de experimentos semi-performáticos, a relação que existe entre o cultural e o natural. As suas fotos mesclam intervenção em arquivo, direção de cena animal, fotografia noturna e intervenções plásticas em recortes jornalísticos para mostrar a complexidade do momento e as ressonâncias do passado.

, da série Boa Noite, Povo, de Cristina De Middel e Bruno Morais, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Pegasus, da série Boa Noite, Povo, de Cristina De Middel e Bruno Morais, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Pegasus, da série Boa Noite, Povo, de Cristina De Middel e Bruno Morais, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
, da série Boa Noite, Povo, de Cristina De Middel e Bruno Morais, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Perseu, da série Boa Noite, Povo, de Cristina De Middel e Bruno Morais, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Perseu, da série Boa Noite, Povo, de Cristina De Middel e Bruno Morais, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Purgatório

O icônico Palácio Salvo, um prédio de 95 metros de altura e 27 andares situado em Montevidéu, é o pano de fundo usado pelo uruguaio Ignacio Iturrioz para realizar Purgatório. Ele viveu por alguns anos neste edifício que abriga um universo particular e foi desenhado pelo arquiteto Mario Palanti, um imigrante italiano que vivia em Buenos Aires. Inaugurado em 1928, na época foi considerado a torre mais alta da América do Sul. Nesta série, no entanto, não passa de um cenário, pois as imagens evocam os personagens e animais que ali habitam como se estivessem refugiados em um imenso e escuro porão, onde o tempo é sempre noite.

Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Sem nome, da série Purgatorio, de Ignacio Iturrioz, em cartaz na mostra fotográfica 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
  • Moon Shadows

Moon Shadows é uma série de fotos provenientes do Archive of Modern Conflict, um acervo particular com sede em Londres, editada pelo norte-americano Kalev Erickson. Estas imagens exploram algumas das relações entre o consciente e o inconsciente. Representam momentos fugazes encontrados entre o estar acordado e adormecido, fragmentos de sonhos lúcidos e memória fundidos para produzir narrativas incertas.

, da série Moon Shadows, do Archive of Modern Conflict, editado por Kalev Erickson, em cartaz na mostra 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Luar no Amazonas, Brasil, 1928, da série Moon Shadows, do Archive of Modern Conflict, editado por Kalev Erickson, em cartaz na mostra 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Luar no Amazonas, Brasil, 1928, da série Moon Shadows, do Archive of Modern Conflict, editado por Kalev Erickson, em cartaz na mostra 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
, da série Moon Shadows, do Archive of Modern Conflict, editado por Kalev Erickson, em cartaz na mostra 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural
Luar no Amazonas a bordo do SS Hildebrand, Brasil, 1928, da série Moon Shadows, do Archive of Modern Conflict, editado por Kalev Erickson, em cartaz na mostra 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural@Luar no Amazonas a bordo do SS Hildebrand, Brasil, 1928, da série Moon Shadows, do Archive of Modern Conflict, editado por Kalev Erickson, em cartaz na mostra 'Ainda Há Noite', no Itaú Cultural

Visitação gratuita

A mostra “Ainda Há Noite/Nos Queda la Noche” abre para visitação no dia 13 de junho, a partir das 20h, e permanece em cartaz até 11 de agosto nos pisos 1 e -1 do Itaú Cultural. A entrada para a mostra fotográfica é gratuita e pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 20h; e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h.

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