Museu de Arte do Rio abriga a exposição ‘Quem Não Luta Tá Morto’

Mais de 60 obras abordam temas como habitação, violência urbana e contra a mulher, racismo e gênero na mostra ‘Quem Não Luta Tá Morto’
Até
31
de maio 2019
Terça - Quarta - Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Das 10h às 17h

Museu

site: www.museudeartedorio.org.br

telefone: (21) 3031 2741

Por: Redação | Comunicar erro

Temas como violência, gênero e racismo ganham espaço na mostra

Habitação, violência urbana e contra a mulher, racismo e questões de gênero são alguns dos importantes assuntos que entram em debate na exposição “Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia”, em cartaz no MAR (Museu de Arte do Rio).

Assinada por Moacir do Anjos, um dos mais importantes curadores do país,  a mostra, que é parte da celebração dos cinco anos do museu, reúne mais de 60 obras de diversos suportes. São trabalhos de artistas modernos e contemporâneos, como Cildo Meireles, Anna Maria Maiolino, Claudia Andujar, Jaime Laureano e Ayrson Heráclito.

Exposição ‘Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia’
Crédito: DivulgaçãoMais de 60 obras abordam temas como habitação, violência urbana e contra a mulher, racismo e gênero na mostra ‘Quem Não Luta Tá Morto’
Exposição ‘Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia’
Crédito: DivulgaçãoEstão reunidos trabalhos de artistas como Cildo Meireles, Anna Maria Maiolino, Claudia Andujar, Jaime Laureano e Ayrson Heráclito
Exposição ‘Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia’
Crédito: DivulgaçãoMostra é assinada por Moacir do Anjos, um dos mais importantes curadores do país
Exposição ‘Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia’
Crédito: DivulgaçãoObra de Laerte 'A Grande Ficha' também integra a exposição

A exposição traz exemplos do pensamento utópico que marca a arte brasileira recente. Para apontar uma continuidade dos danos sofridos por parte da população, trabalhos artísticos realizados em momentos passados estão também presentes. As obras dividem espaço ainda com propostas e ações de grupos comunitários, associações e outras articulações da sociedade civil que visam a construção de estruturas de atuação política e social.

E o debate vai além da galeria: os arquitetos do Estúdio Chão criaram estruturas lúdicas que convidam o público a acessar os pilotis por cima do muro de vidro. No espaço aberto do museu, módulos de madeira se transformam em arquibancadas para formar a Arena, que será palco de encontros, bate-papo com artistas,  atividades da Escola do Olhar e de coletivos.

“Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia” se afirma como panorama amplo, mas não conclusivo, de um país fraturado em termos de classe, raça, gênero, religião e outros marcadores de diferença. 

A exposição pode ser vista até maio de 2019, de terça-feira a domingo, das 10h às 17h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia), exceto às terças, que têm entrada gratuita

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Autor: Por: Redação