17 exposições no Rio de Janeiro para visitar sem pagar nada!


Por: Redação | Comunicar erro

Listão contempla mostras em cartaz no CCBB, MAR, MAM e outros espaços culturais

Pinturas, fotografias, desenhos, instalações e esculturas são só algumas obras presentes nas diversas exposições no Rio de Janeiro.

De olho no circuito carioca, a Catraca Livre garimpou mostras em cartaz que podem ser vistas sem pagar nada, em museus e espaços culturais como o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), o MAR (Museu de Arte do Rio) e o IMS (Instituto Moreira Salles). Se liga no listão e aproveita!

Athos Bulcão
Crédito: @ccbb.rj/FacebookAthos Bulcão ganha exposição no CCBB em homenagem ao seu centenário
  • “100 Anos de Athos Bulcão” – CCBB

Celebrando o centenário de Athos Bulcão, a exposição reúne mais de 300 de suas obras, incluindo trabalhos inéditos, que tornam possível visualizar o caminho do artista, desde sua inspiração inicial pela azulejaria portuguesa e seu aprendizado sobre as cores (de quando foi assistente de Portinari) até as duradouras parcerias com Niemeyer e João Filgueiras Lima. Além dos azulejos que tornaram o artista mundialmente conhecido, a mostra apresenta também desenhos, pinturas, fotomontagens, cenários e figurinos produzidos por Athos.

Quando? Quarta a segunda, das 9h às 21h | Até 28 de janeiro
Onde? CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) | Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Quanto? Grátis

Exposição 'Modernos +' - Obra de Cândido Portinari
Crédito: DivulgaçãoExposição ‘Modernos +’ reúne obras de artistas como Alfredo Volpi, Anita Malfatti e Candido Portinari
  • “Modernos +” –  Casa Roberto Marinho

A mostra exibe 44 obras do acervo do jornalista Roberto Marinho — entre pinturas, esculturas e serigrafias — a partir dos recortes temáticos “infância”, “flores”, “trabalho” e “religião”. São trabalhos de 15 artistas: Alberto da Veiga Guignard, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Candido Portinari, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Djanira da Motta e Silva, Emeric Marcier, José Pancetti, Lasar Segall, Roberto Burle Marx, Roberto Rodrigues, Tarsila do Amaral, Victor Brecheret e Vittorio Gobbis.

Quando? Terça a domingo, das 12h às 18h | Até 9 de junho de 2019
Onde? Casa Roberto Marinho | Rua Cosme Velho, 1105 – Cosme Velho
Quanto? Grátis às quartas

Exposição 'Oito Décadas de Abstração Informal' - Obra de Tomie Ohtake
Crédito: Pedro Oswaldo Cruz/Divulgação‘Oito Décadas de Abstração Informal’ apresenta a produção de 38 artistas, entre eles a janponesa Tomie Ohtake
  • “Oito Décadas de Abstração Informal” –  Casa Roberto Marinho

Parceria entre o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Instituto Casa Roberto Marinho, a coletiva reúne quase 80 obras produzidas entre o fim dos anos 1940 e 2012, por 38 artistas ligados ao estilo abstrato. São trabalhos de representantes do movimento  — precursores e contemporâneos  — como Tomie Ohtake, Maria Martins, Iberê Camargo, Maria Bonomi, Leda Catunda, Ernesto Neto e Luiz Aquila.

Quando? Terça a domingo, das 12h às 18h | Até 9 de junho de 2019
Onde? Casa Roberto Marinho | Rua Cosme Velho, 1105 – Cosme Velho
Quanto? Grátis às quartas

Obra 'Fachadas com Telhados', de Alfredo Volpi
Crédito: Divulgação‘Fachadas com Telhados’, de Alfredo Volpi, integra a mostra ‘Horizontes’, que tem como ponto de partida as pinturas de paisagem
  • “Horizontes — A Paisagem nas Coleções MAM Rio” – MAM

A mostra reúne vídeo, pintura, escultura, objeto, desenho, fotografia, gravura e instalação. Tendo como ponto de partida as pinturas de paisagem, abrange mais de cem obras de quase 70 artistas, entre eles Regina Vater, Carlos Zilio, Alfredo Volpi, Thereza Simões, José Pancetti, Daniel Murgel, Wanda Pimentel, Lucia Laguna, Cícero Dias, Ernesto de Fiori e Eduardo Coimbra.

Quando? Terça a sexta, das 12h às 18h | Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h | Até 10 de março
Onde? MAM (Museu de Arte Moderna) | Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Quanto? Grátis às quartas

Crédito: Divulgação‘Constelações’ investiga o retrato através de obras de diversos suportes, de artistas como Carlos Vergara e Hélio Oiticica
  • “Constelações – O Retrato nas Coleções MAM Rio” – MAM

A exposição investiga a prática e a definição de um dos gêneros mais antigos da pintura – o retrato –, revelando sua dimensão mais histórica, mas também a possibilidade de releituras contemporâneas. Com mais de 120 obras, ela apresenta, além de pintura, também objeto, vídeo, desenho, instalação, fotografia, gravura e escultura, feitos por mais de 70 artistas, de diferentes gerações, como Anna Maria Maiolino, Tunga, Anita Malfatti, Carlos Vergara, Rosangela Rennó, Hélio Oiticica, Vania Mignone, Vicente de Mello, Maria Leontina, Wesley Duke Lee e Wilson Piran. Entre os trabalhos está a fotografia de D. Pedro II morto feita por Nadar, em 1891.

Quando? Terça a sexta, das 12h às 18h | Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h | Até 10 de março
Onde? MAM (Museu de Arte Moderna) | Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Quanto? Grátis às quartas

Exposição 'Metaimagens': obra do núcleo metaimagético
Crédito: DivulgaçãoObra central da exposição de Cesar Oiticica Filho é composta por lâmpadas e imagens de negativos e cópias danificadas

Cesar Oiticica Filho apresenta cerca de 15 trabalhos inéditos, entre vídeos, fotografias, instalações, realidade virtual e obras interativas. As obras associam a destruição parcial de seu trabalho e equipamento — ocorrida no incêndio do Projeto Hélio Oiticica em 2009 — à substituição da imagem fotográfica pela digital.

Quando? Terça a sexta, das 12h às 18h | Sábados, domingo e feriado, das 11h às 18h | Até 27 de janeiro
Onde? MAM (Museu de Arte Moderna) | Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Quanto? Grátis às quartas

Exposição 'Riposatevi'
Crédito: Manoela Marini/DivulgaçãoEm cartaz no MAC, ‘Riposatevi’ é uma remontagem da instalação feita por Lúcio Costa em Milão, em 1964
  • “Riposatevi” – MAC Niterói

A exposição é uma remontagem de uma instalação que o arquiteto e urbanista Lucio Costa abriu na Trienal de Milão de Arquitetura, em 1964. Com o tema era “Tempo Livre”, ela reúne 28 redes – com cores diferentes e varandas brancas –, violões e plantas no espaço, onde o público pode usufruir e participar ativamente da obra. Além disso, estão expostas nas paredes imagens registradas pelo fotógrafo francês Marcel Gautherot: a praia de Aquiraz, no Ceará, onde as pessoas trabalhavam com barco à vela; e a construção de Brasília.

Quando? Terça a domingo, das 10h às 18h | Até 17 de março
Onde? MAC Niterói | Mirante da Boa Viagem
Quanto? Grátis às quartas

Bispo do Rosário
Crédito: YouTubeObras de Bispo do Rosário estão em exposição no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea
  • “Quilombo do Rosário” – Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea

A obra de Bispo do Rosário é apresentada ao público pela primeira vez na exposição, além de criações de Stela do Patrocínio e Antonio Bragança, que também foram internos da Colônia Juliano Moreira, um dos maiores manicômios do país. Guiado pelo inédito mapa da África de Bispo, a mostra constrói uma cartografia entre os mecanismos de opressão impostos pelo paradigma colonizador ao arrancar sujeitos de seus territórios — sejam eles físicos ou mentais — bem como as formas de resistência e reinvenção que fazem frente a essas forças.

Quando? Terça a sexta, das 10h às 17h | Até 3 de março
Onde? Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea | Estrada Rodrigues Caldas, 3400 – Taquara
Quanto? Grátis

Exposição 'Floresta Protetora', do Centro de Visitantes Paineiras
Crédito: Alexandre Macieira/RioturExposição permanente, ‘Floresta Protetora’ explora a riqueza do Parque Nacional da Tijuca de forma interativa
  • “Floresta Protetora” – Centro de Visitantes Paineiras

Toda a riqueza do Parque Nacional da Tijuca pode ser vista na exposição permanente, que ocupa o segundo andar do Centro de Visitantes Paineiras, onde funcionou o antigo Hotel Paineiras. Em uma área de 900 m², a mostra apresenta um panorama da biodiversidade da Mata Atlântica e conta curiosidades e histórias do parque de forma interativa. Às quintas, acontecem visitas guiadas gratuitas em português, inglês e espanhol, das 10h às 14h.

Quando? Diariamente | Das 8h às 19h
Onde? Centro de Visitantes Paineiras | Estrada das Paineiras, s/n
Quanto? Grátis

Obra de Willy de Carvalho pode ser vista na exposição 'Valei-me!'
Crédito: Luiz Ferreira/DivulgaçãoExposição ‘Valei-me!’ aborda questões ambientais, mitos e lendas do Rio São Francisco
  • “Valei-me!” – Museu Janete Costa de Arte Popular

A exposição faz um passeio pelo Rio São Francisco para abordar questões ambientais e importantes mitos e lendas da cultura local. O público pode conferir por lá 14 carrancas feitas por Francisco Biquiba Dy Lafuente Guarany e seu filho entre as décadas de 1970 e 1980, obras que retratam o minhocão, a mãe d’água e o caboclo d’água, entre outras.

Quando? Terça a domingo, das 10h às 18h | Até 3 de fevereiro de 2019
Onde? Museu Janete Costa de Arte Popular | Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá – Niterói
Quanto? Grátis

Carlos Drummond de Andrade - Rio de Janeiro - 1964
Crédito: Alécio de AndradeMostra no IMS apresenta fotografias de Carlos Drummond de Andrade e outros intelectuais brasileiros, tiradas por Alécio de Andrade
  • “Cartas de Almir de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Antonio Bulhões, Ismael Cardim, Roberto Alvim Corrêa, Marco Aurélio Matos, Elza Proença, Marques Rebelo, Otto Lara Resende, Fernando Sabino a Alécio de Andrade” – IMS

Cerca de 45 imagens do fotógrafo carioca Alécio de Andrade integram a exposição, em diálogo com cartas, livros autografados e outros documentos. São fotografias de escritores, artistas e outras importantes figuras com quem Alécio conviveu no Brasil e, especialmente, em Paris, onde desenvolveu grande parte de seu trabalho. A seleção inclui retratos de nomes como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Vinicius de Moraes, Ferreira Gullar, Oscar Niemeyer e Glauber Rocha. O visitante pode conferir ainda um conjunto de cartas originais destinadas a Alécio, escritas por algumas das personalidades retratadas.

Quando? Terça a domingo, das 11h às 20h | Até 24 de março de 2019
Onde? IMS Rio | Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea
Quanto? Grátis

Obra 'Crianças brincam com as armas que receberam de presente dos pais no 2 de novembro, dia dos mortos, Palermo, 1986'. Exposição 'Letizia Battaglia: Palermo'
Crédito: DivulgaçãoFotografias tiradas pela italiana Letizia Battaglia em Palermo ganham exposição no IMS Rio
  • “Letizia Battaglia: Palermo” – IMS 

A exposição reúne 58 fotografias em preto e branco da italiana Letizia Battaglia, exemplares de publicações e filmes, entre eles o documentário “La Mia Battaglia”, do cineasta siciliano Franco Maresco. Ao longo de quatro décadas de carreira, a artista, que sempre encarou a fotografia como instrumento de intervenção e denúncia social, documentou a Guerra da Máfia em Palermo, especialmente de 1970 a 1980. Também registrou o cotidiano, a vida cultural e as transformações da cidade onde nasceu.

Quando? Terça a domingo, das 11h às 20h | Até 17 de fevereiro de 2019
Onde? IMS Rio | Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea
Quanto? Grátis

Obra de Beatriz Milhazes integra a exposição 'Mulheres na Coleção MAR'
Crédito: DivulgaçãoObras como a de Beatriz Milhazes integram a mostra ‘Mulheres na Coleção do MAR’

A mostra exibe obras de mais de 150 artistas históricas e contemporâneas, como Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sá, Jenny Holzer, Leila Danziger, Vânia Mignone e Célia Euvaldo.

Quando? De terça a domingo, das 10h às 17h | Até 30 de abril de de 2019
Onde? MAR | Praça Mauá, 5 – Centro
Quanto? Grátis às terças

Exposição ‘Quem Não Luta Tá Morto – Arte Democracia Utopia’
Crédito: DivulgaçãoMais de 60 obras abordam temas como habitação, violência urbana e contra a mulher, racismo e gênero na mostra ‘Quem Não Luta Tá Morto’

Com curadoria de Moacir do Anjos, a exposição apresenta mais de 60 obras de diversos suportes que abordam temas como habitação, violência urbana e contra a mulher, racismo e questões de gênero. São trabalhos de artistas modernos e contemporâneos, como Cildo Meireles, Anna Maria Maiolino, Claudia Andujar, Jaime Laureano e Ayrson Heráclito.

Quando? De terça a domingo, das 10h às 17h | Até 31 de maio de 2019
Onde? MAR | Praça Mauá, 5 – Centro
Quanto? Grátis às terças

Obras de Frans Krajcberg na exposição 'Respiração Krajcberg'
Crédito: Mario Grisolli/DivulgaçãoObras de Frans Krajcberg dividem espaço com o acervo permanente da Casa Museu Eva Klabin no projeto ‘Respiração’

O “Projeto Respiração” homenageia Frans Krajcberg, que foi um dos maiores nomes da arte contemporânea brasileira e ativista das causas ambientais. Lado a lado com o acervo permanente do espaço cultural, sete grandes obras, fotos e videoinstalações do artista retratam a destruição da Segunda Guerra Mundial e da natureza, dois momentos marcantes da sua vida.

Quando? De terça a domingo, das 14h às 18h | Até 17 de fevereiro de 2019
Onde? Casa Museu Eva Klabin | Avenida Epitácio Pessoa, 2.480 – Lagoa
Quanto? Grátis aos finais de semana e feriados

Obra 'Morro da Mangueira, Rio, 1965', de Heitor dos Prazeres, integra a mostra 'O Rio do Samba: Resistência e Reinvenção'
Crédito: DivulgaçãoPintura de Heitor dos Prazeres faz parte do acervo da mostra ‘O Rio do Samba: Resistência e Reinvenção’
  • “O Rio do Samba: Resistência e Reinvenção” – MAR

A história do samba carioca desde o século XIX até os dias de hoje é contada na mostra de longa duração. São cerca de 800 itens que exploram os aspectos sociais, culturais e políticos. Entre eles, obras de Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Helio Oiticica e uma instalação de Carlos Vergara.

Quando? De terça a domingo, das 10h às 17h | Até 10 de março de 2019
Onde? MAR | Praça Mauá, 5, Centro
Quanto? Grátis às terças

Sem título. Bamako, Mali, 1948-1962
Crédito: Seydou Keïta/ caac – The Pigozzi Collection, GenebraFotografias de Seydou Keïta registram as expressões e os gostos dos habitantes de Mali

O IMS (Instituito Moreira Salles) abriga exposição com 130 obras do fotógrafo maliano Seydou Keïta, considerado um dos precursores dos retratos de estúdio na África. Registradas entre 1948 e 1962, as imagens retratam as expressões e os gostos dos habitantes do Mali, e documentam ainda um período de transformação no país, que caminhava rumo à sua independência.

Quando? Terça a domingo, das 11h às 20h | Até 27 de janeiro de 2019
Onde? IMS Rio| Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea
Quanto? Grátis

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Autor: Por: Redação