“Um a zero”: Chorinho que é um gol de placa

Por: Redação Comunicar erro

Em uma quinta feira, dia 29 de maio de 1919, o Brasil entrou em campo no Estádio das Laranjeiras, Rio de Janeiro, para enfrentar o Uruguai pelo desempate na fase final do 3º Campeonato Sul-Americano.

Houve a necessidade de um jogo extra, pois os dois países terminaram empatados na primeira fase.  No tempo normal, 0 a 0 e prorrogação de 30 minutos, que também acabou empatada. Como não existia disputa por pênaltis à época, houve uma segunda prorrogação, vencida por 1 a 0 pelo escrete brasileiro.

A sofrida vitória veio com um gol de Arthur Friendenreich, o Tigre, após o rebote do goleiro em um chute de Heitor.  A formação da equipe era a seguinte: Marcos no gol, Píndaro, Pereira, Fortes, Amílcar, Bianco, Milton, Heitor, Arthur Friedenreich, Neco e Arnaldo.

O Brasil sagrava-se campeão Sul-Americano pela primeira vez!

Pixinguinha, entusiasta da grande conquista de nossos futebolistas, bolou a composição, que não foi gravada pelo grupo Oito Batutas, do qual participava, mas sim anos depois, em junho de 1946, em um 78 rpm da Victor, com ele ao sax tenor e seu amigo, o flautista Benedito Lacerda.

Para saber mais sobre o Choro, leia o livro “Chorando na Garoa: Memórias Musicais de São Paulo” (adquira o seu através do link  http://www.freenote.com.br/), mande e-mail para chorandonagaroa@gmail.com ou acesse  a fanpage.

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