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Chocada com a morte do pai, mulher morre após parto e AVC em MT

Grávida de 8 meses, Marciele Feldman ficou 13 dias internada após sofrer um AVC com a notícia da morte do pai

Por: Redação
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Uma mulher de 40 anos morreu ontem 13 dias depois de ficar em choque e sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) ao saber da morte do pai por covid-19. O caso aconteceu em Cuiabá (MT).

Grávida de 8 meses, Marciele Feldman foi levada às pressas ao hospital da cidade e sofreu uma convulsão no dia 25 de dezembro ao receber a notícia do falecimento do pai, Lauro Feldmann, de 69 anos. As informações são do G1.

AVC
Crédito: Reprodução/Facebook Grávida de 8 meses, Marciele Feldman ficou 13 dias internada após sofrer um AVC com a notícia da morte do pai

Marciele teve que fazer um parto de emergência. A criança ficou internada com insuficiência respiratória, já ela precisou ser entubada e transferida para a UTI do Hospital Municipal de Cuiabá, onde ficou 13 dias internada.

De acordo com a família de Marciele, o bebê Bernardo recebeu alta no dia 1º. Ele está sob os cuidados da avó e da tia, em Água Boa, assim como o irmão de 16 anos. O corpo de Marciele foi enterrado na manhã desta sexta-feira, 8.

Infarto e AVC podem ocorrer em qualquer idade

É muito  importante estar alerta para a incidência das principais doenças que causam morte no Brasil e no mundo. Dentre elas, destacam-se o infarto do miocárdio (IAM) e o acidente vascular cerebral (AVC), que juntas, matam cerca de 110 mil pessoas por ano no País. Apesar de serem mais frequentes com o avançar da idade, podem afetar qualquer pessoa e em qualquer lugar.

De acordo com a Dra. Sheila Martins, Presidente da Rede Brasil AVC, o Infarto e o AVC acontecem em jovens por um conjunto de fatores, como hábitos de vida nocivos, histórico familiar e doenças crônicas. “O tabagismo, sedentarismo, má alimentação, ansiedade e estresse são alguns dos elementos que aumentam a suscetibilidade. A hipercolesterolemia – colesterol ruim elevado – e doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, tornam o risco ainda maior.”

Para a Dra. Sheila, o espectro de causas é maior nos pacientes jovens, sendo os distúrbios de coagulação e o uso de drogas algumas condições agravantes. Sabia mais no link abaixo:

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