Laranja é a cor mais quente em projetos sociais ligados ao tênis

A tonalidade invade institutos e projetos de inclusão pelo esporte no Brasil e importantes torneios internacionais como o Miami Open, que ocorre neste mês

Por: Publi | Comunicar erro

Qual é a cor de uma partida de tênis? A pergunta pode nos fazer pensar no amarelo ou no branco das bolinhas. Mas, se levarmos em conta todas os projetos sociais do Itaú Unibanco em relação à prática desse esporte no Brasil, podemos considerar a cor laranja como a tonalidade mais marcante nas quadras do país.

Thiago Wild, atleta do Instituto Tennis Route, um dos projetos sociais apoiados pelo Itaú
Crédito: Reprodução/tennisroute.com.brThiago Wild, atleta do Instituto Tennis Route, um dos projetos sociais apoiados pelo Itaú

Uma das grandes preocupações do banco é fomentar a educação e a inclusão através do esporte. Mais especificamente no tênis, o Itaú trabalha para aumentar a base de jogadores no Brasil. E, sobretudo, tornar acessível o exercício da modalidade a jovens que não possuem recursos financeiros suficientes para ingressar nessa carreira só por conta própria.

Assim, o Itaú Unibanco patrocina uma série de projetos que visam à criação de atletas de alto rendimento que, a partir de sua inserção no universo esportivo, passam a ter melhores perspectivas de vida como um todo.

Melhores do mundo

Entre esses projetos está o Instituto Tennis Route, fundado e presidido por Rogério Melzi. Essa entidade sem fins lucrativos oferece aos jovens oportunidades para ingressar no tênis profissional ou universitário. Para tanto, eles são preparados com o uso de metas personalizadas em um planejamento de médio e longo prazos.

Em 2018, quando começou a ser patrocinado pelo Itaú, o Instituto incluiu dois de seus atletas entre os 12 melhores jogadores juvenis do mundo: Thiago Wild em oitavo lugar, sendo o primeiro brasileiro a conquistar o US Open em simples na sua categoria, e Gilbert Klier em 12º, após fazer as quartas-de-final em Wimbledon e ser campeão em College Park, em Maryland, nos EUA.

Alto rendimento, por sinal, é conceito-chave na missão do Centro de Treinamento Itaú/Instituto Tênis, fundado em 2002 e que conta com o apoio do banco desde 2010. É em Barueri, na Grande São Paulo, que a organização realiza suas atividades, comandadas por uma equipe técnica multidisciplinar que busca transformar jovens de alto potencial em grandes atletas. Treze desses tenistas, hoje, são considerados de alto rendimento.

A metodologia de treinamento adotada pelo Instituto determina metas individuais e monitora diariamente não só aspectos técnicos, físicos e nutricionais dos jogadores, mas também questões psicológicas, comportamentais e educacionais.

É significativa a preocupação do Itaú com os jovens de baixa renda que sonham com um futuro melhor através do esporte. Prova disso são projetos como o Bola Dentro, que surgiu em 2005 e é apoiado pelo banco desde 2015. Seu foco está na criação de oportunidades de formação profissional em diferentes ocupações dentro do universo do tênis, como juízes de linha e de cadeira, professores, auxiliares, rebatedores, pegadores de bolas e encordoadores.

As aulas de capacitação são realizadas no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. O Bola Dentro já beneficiou mais de 3.000 jovens, que obtêm até acompanhamento psicológico pelo programa.

O laranja como cor do tênis também está presente em comunidades de alta vulnerabilidade social, como a de Paraisópolis, em São Paulo. Ali acontece o Circuito Tênis para Todos, que recebe o apoio do Itaú desde 2013.

Metodologia de iniciação

Suas atividades se valem de uma metodologia de iniciação nos fundamentos básicos da modalidade. O projeto é itinerante e atua em escolas públicas do Estado de São Paulo. Já foi empreendido em 44 cidades, impactando mais de 30 mil crianças e capacitando mais de mil professores em 106 escolas.

Quando se fala em jogar tênis para uma criança ou adolescente, é quase certo que ela vai se lembrar do Guga. Afinal, ele foi um dos maiores praticantes do esporte no Brasil. Nada mais lógico, então, que o próprio Gustavo dê nome a uma organização que oferece oportunidades para esses jovens e para pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade econômica, social e/ou educacional.

É o que faz o Instituto Guga Kuerten,  associação civil sem fins lucrativos criada em Florianópolis (SC) em 2000 e apoiada pelo Itaú desde 2015. Seu objetivo, como não poderia deixar de ser, é o da inclusão social por meio do esporte.

Circuito feminino

Nas horas do preparo e do treinamento, o Itaú Unibanco está presente no dia a dia do jovem tenista brasileiro. Mas não poderia faltar no momento em que a disputa realmente pega fogo.

Dessa maneira, o banco patrocina também torneios importantes. Como as únicas competições femininas no Brasil que fazem parte do calendário da Federação Internacional de Tênis (ITF) – o Circuito Feminino Future de Tênis e o Torneio Internacional Feminino. Elas permitem às atletas do país acumular pontos no ranking mundial sem precisar viajar para o exterior. Além disso, cada torneio distribui US$ 25 mil em premiações.

O Itaú leva ainda sua marca para o Wheelchair Brasil – ITF Tênis Internacional, que, no segundo semestre, reúne atletas com deficiência. Os participantes recebem todas as condições e a infraestrutura, como hospedagem, alimentação e transporte, para desempenharem da melhor forma possível suas aptidões esportivas.

E dá-lhe bolinha laranja em renomados torneios internacionais. Como o Punta Open, um ATP Challenger 80 realizado em janeiro em Punta del Este, no Uruguai, e patrocinado pelo Itaú desde 2018. E o grande Miami Open, que acontece entre 18 e 31 de março e também tem o patrocínio do Itaú Unibanco, que promete ações exclusivas para esta edição de 2019.

Novidades no Miami Open

O tênis toma a cidade de Miami desde 1985 e é um dos nove eventos ATP Masters 1000 no calendário da ATP (Associação de Tenistas Profissionais) e mandatório no calendário da WTA (Associação de Tênis Feminino, na sigla em inglês).

Pois, neste ano, a disputa está ainda mais atraente. A começar pelo cenário. Pela primeira vez na história, os “match points” invadem o Hard Rock Stadium, sede do time de futebol americano Miami Dolphins e palco do Super Bowl 2020.

O estádio foi especialmente adaptado para receber a competição. Quadras fixas foram construídas em seu exterior, e uma temporária foi instalada no espaço interno.

Quem também comemora a mudança do local do torneio são os atletas. Eles passam a dispor de 30 quadras de competição e de treino, também abertas para o público mesmo fora dos horários dos jogos pelos quais pagou.

O brilho do evento se deve ainda ao laranja. Não só o do Sol no horizonte, uma vez que estamos já perto do verão na Flórida. Mas, aqui, nos referimos mais especificamente às atividades promovidas pelo Itaú-Unibanco durante a competição.

A cor já dá as caras no pórtico de boas-vindas do complexo. Também pinta nas dependências de um lounge climatizado e com WiFi, para descanso e convivência. No espaço, há transmissões dos jogos e snacks para quem está por ali. Quer entrar nessa? Não se esqueça de levar seu cartão Itaú, ele será o meio de acesso ao ambiente.

E que tal uma recordação fotográfica de sua passagem pelo Miami Open? Não precisa ser Novak Djokovic ou Naomi Osaka, atuais líderes dos rankings mundiais de tênis, para tanto.

Basta caminhar pelas instalações do Itaú Photo Tour, que têm como pano de fundo uma raquete gigante e uma extensa grade de bolas na cor laranja – sim, laranja! – formando a frase “I’m living Miami Open” (eu estou vivendo o Miami Open), para estrelar uma sessão de fotos ou de vídeo.

Quem sua em quadra também aderiu à febre do tom alaranjado. É tradição o vencedor de uma partida autografar a lente da câmera de transmissão para a TV, certo? Pois essa “canetada” passa a ser laranja.

Torcedor em ação

O público vai ter, como não?, seus momentos de glória como atleta – ou como juiz. Entre as iniciativas do Itaú no Miami Open, há instalações que reproduzem a cadeira do árbitro e o placar eletrônico das pontuações. O torcedor pode inserir seu nome nele para ser fotografado.

E até fingir que é um dos grandes vencedores desta edição do torneio, e isso sem disputar um jogo sequer: em um estande do Itaú, pode posar para fotos com o troféu da competição. E ainda colecionar autógrafos em sessões com jogadores das chaves masculina e feminina. O Itaú também vai distribuir ingressos para as finais.

Uma importante ferramenta de inclusão social e educacional: é assim que o Itaú Unibanco vê o esporte, e essa percepção está totalmente alinhada ao propósito da instituição – estimular o poder de transformação das pessoas. É o que podemos chamar de bola dentro – uma bola laranja, no caso.

Leia também: Conheça projetos sociais que receberam incentivos privados

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