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Monick nega estar presa a um relacionamento abusivo com Yuri

Ex-participantes de “A Fazenda” revelaram que continuam juntos após o programa

Monick Camargo

Durante a final de “A Fazenda – Nova Chance”, da Record TV, na madrugada desta sexta-feira, 8, Monick Camargo e Yuri Fernandes revelaram que estão mais juntos do que nunca, espantando as polêmicas que surgiram em torno do relacionamento dos dois dentro do reality.

“A gente se gosta de verdade, respeita um ao outro. Eu gosto muito dela, amo ela [sic]”, declarou o lutador no palco do reality show.

Neste momento, Roberto Justus, apresentador da atração, perguntou à famosa sobre a veracidade das palavras do ex-BBB, mas Monick só teve tempo de responder que “sim”, e acabou sendo cortada pelo anfitrião.

Em conversa exclusiva com a Catraca Livre, a ex-peoa deu detalhes da repercussão acerca de seu envolvimento com Fernandes dentro do programa.

As atitudes do ex-peão foram reprovadas do lado de fora do reality, e Yuri chegou a ser acusado de prender a namorada em um relacionamento abusivo. Monick, entretanto, negou todas as alegações.

“[…] Muitas das brigas eram brincadeiras. Nós dois temos o gênio forte, e quando se ama tem briga mesmo, é normal. Eu acho que ele não me fez nada. Eu até fui um pouco grossa com ele às vezes, porque é o meu jeito…”, afirmou.

Ao ser questionada a respeito das acusações de que teria sofrido alguns tipos de agressões, como um tapa no rosto – como você pode ver aqui – e ainda ser chamada de ‘cachorra’ pelo lutador, Monick respondeu:

“Então, eu fiquei sabendo de algumas coisas por alto, não de todas… questão de agressão… Mas não, a gente brincava muito. Acho que foi mal interpretado, ele é um cara incrível”.

Yuri Fernandes não quis comentar em detalhes sobre a relação com Monick, porém frisou: “A gente mal conversou ainda, mas a gente se gosta e isso basta”.

ALERTA!

Infelizmente, nem todos os casos têm um final feliz como o de Yuri e Monick. A violência doméstica ainda faz muitas vítimas diariamente. Veja como denunciar:

No Brasil há um número específico para receber esse tipo de denúncia,180, a Central de Atendimento à Mulher. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias do ano e a ligação é gratuita. Há atendentes capacitados em questões de gênero, políticas públicas para as mulheres, nas orientações sobre o enfrentamento à violência e, principalmente, na forma de receber a denúncia e acolher as mulheres.

O Conselho Nacional de Justiça do Brasil recomenda ainda que as mulheres que sofram algum tipo de violência procurem uma delegacia, de preferência as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher. Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.

A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e nos centros de referência de atendimento a mulheres.

Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.

  • Leia sobre o caso recente envolvendo Naldo Benny e Ellen Cardoso:
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