Protestos contra corte na Educação ocorrem nos 26 estados e no DF

Acompanhe a situação das manifestações em todo o Brasil

Por: Redação | Comunicar erro

Estudantes, professores e profissionais da área da educação fazem atos e paralisações nesta quarta-feira, 15, em todos os estados do país contra os cortes anunciados pelo MEC (Ministério da Educação) nas universidades públicas e institutos federais, além do bloqueio de bolsas de mestrado e doutorado oferecidas pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Segundo os organizadores, cera de 1,5 mihão de pessoas participaram das manifestações.

Acompanhe os protestos em cada região:

São Paulo

Na capital paulista, os manifestantes caminham pela na Av. Paulista em direção à Av. Brigadeiro Luís Antonio.  O objetivo é chegar até a Alesp (Assembléia Legislativa de São Paulo).

Professores de escolas públicas e privadas, de universidades e de institutos técnicos levantam cartazes ao lado de secundaristas e de universitários.

“Investiram em armas e o primeiro tiro foi na educação”, “Queremos um ensino com qualidade para seus filhos”, “Educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo” são algumas das palavras de ordem carregadas pelos manifestantes.

Heloisa Aun
Crédito: Heloisa Aun
Heloisa Aun
Crédito: Heloisa Aun
Heloisa Aun
Crédito: Heloisa AunJovens levantam cartazes contra os cortes na educação.
Alunos e professores protestam na Av. Paulista.
Crédito: Heloisa AunAlunos e professores protestam na Av. Paulista.

“Eu acredito na educação. Ontem eu quase apanhei de uma mãe na escola. Se os pais não dão valor, daqui uns anos ninguém vai mais querer ser professor”, diz Izabete Braga, professora.

“Eu estou aqui porque acredito que educação é investimento e não gasto”, destaca Mikaela Santos, estudante de Química da Unifesp.

No interior, atos foram registrados em Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto, Jaboticabal, Presidente Prudente, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Suzano, Alto Tietê, Araraquara, Rio Claro e São Carlos.

Rio de Janeiro

Universidades e escolas também suspenderam as atividades para protestar no Rio de Janeiro, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro e o Colégio Pedro II. O mesmo aconteceu em algumas instituições de Petrópolis, de Teresópolis e de Nova Friburgo.

Bahia

Na Bahia, protestos acontecem no Centro de Salvador e também em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Juazeiro do Norte.

Ceará

No Ceará, os manifestantes estão concentrados no Centro de Fortaleza e em Juazeiro do Norte, Tauá, Crato, Sobral Cedro, Iguatu , Canindé, Crateús, Quixadá e outras cidades do interior.

Minas Gerais

Em Belo Horizonte, escolas municipais e estaduais, universidades públicas e institutos federais registraram paralisações. A maior concentração acontece no Centro da capital mineira.

Protestos também acontecem em Almenara, Araçuaí, Janaúba, Porteirinha, Januária, Pirapora, Salinas e Teófilo Otoni, Uberaba, Divinópolis, Governador Valadares, Varginha e Poços de Caldas.

Sergipe

Em Aracaju, estudantes fazem atos no campus da Universidade Federal de Sergipe e no Instituto Federal de Sergipe.

Tocantins

Em Palmas, manifestações acontecem na Universidade Federal do Tocantins e na Universidade Estadual do Tocantins. Gurupi, Araguaína, Dianópolis e Araguatins também registram paralisações.

Distrito Federal

No DF, escolas da rede pública suspenderam as aulas para se juntar aos universitários. Os manifestantes se concentram na Praça dos Três Poderes.

Pernambuco

Professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fizeram atendimento à população gratuitamente, como formar de conscientizar sobre a importância do serviço prestado. Caruaru e Serra Talhada também contaram com manifestantes.

Paraíba

Em João Pessoa, escolas e universidades suspenderam as aulas em função dos protestos. Além da capital, Campina Grande, Sousa e Areia registraram protestos.

Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, a Polícia Militar usou bombas de efeito moral e gás lacrimogênio para dispersar manifestantes. Apesar disso, paralisações também acontecem em Rio Grande, Caxias do Sul, Panambi e Cruz Alta.

Maranhão

Em São Luís, a presidente da Associação dos Professores da Ufma, Sirliane Paiva, afirmou que o corte inviabiliza o desenvolvimento do ensino público.

Alagoas

Em Maceió, os atos estão concentrados no bairro do Farol.

Rio Grande do Norte

Em Natal, escolas estaduais suspenderam as aulas.

Piauí

Em Teresina, estudantes universitários e secundaristas fazem ato em frente ao prédio da prefeitura.

Goiás

Em Goiás, escolas e universidades suspenderam as aulas. Manifestações aconteceram em Goiânia,  Jataí e Catalão.

Paraná

Em Curitiba, os manifestantes estão concentrados em frente à Universidade Federal do Paraná (UFPR). Maringá e Ponta Grossa também registram atos.

Santa Catarina

Protestos acontecem em Florianópolis e Itajaí, Blumenau, São Francisco do Sul, Camboriú, Lages, Joinville, Concórdia e Chapecó.

Amazonas

Em Manaus, atos foram registrados na zona sul da cidade.

Acre

Em Rio Branco, alunos e professores e servidores públicos protestaram e bloquearam vias da cidade.

Mato Grosso do Sul

Em Mato Grosso do Sul, escolas e universidades suspenderam as aulas em apoio as manifestações. Campo Grande, Ponta Porá e Dourados também contam com protestos.

Rondônia
Em Porto Velho, estudantes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) protestaram no centro da cidade.

Roraima

Em Boa Vista, professores, estudantes e funcionários de universidades e institutos federais protestaram contra os cortes na educação.

Espírito Santo

Em Vitória, os protestos aconteceram em frente à Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

Amapá

Estudantes, professores e servidores protestaram na Universidade Federal do Amapá.

Com informações do G1 e da Agência Brasil

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