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Simpósio GamePlay

Por: Redação

O Itaú Cultural promove de 30 de julho a 1 de agosto (quinta-feira a sábado) o Simpósio GamePlay, cujos temas principais são o mercado e a estética de games. O evento é aberto às 20h da quinta-feira, com palestra inaugural de Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R.), formado em engenharia pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e professor titular de engenharia de software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Na sexta-feira, no mesmo horário, o tema é Mercado de Games: Perspectivas. Em uma ponta da mesa, para debater o assunto, está Bertrand Chaverot, responsável pela implantação no Brasil do escritório francês de produção de games Ubisoft . A empresa é conhecida pela criação de best-sellers como “Splinter Cell”, “Rayman” e “Assassin’s Creed” e escolheu a capital paulista como parte de sua estratégia de expansão. Na outra ponta, André Penha, diretor da Tectoy Digital e um dos fundadores da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames).

Com mediação de Theo Azevedo, editor do UOL Jogos, eles analisam o percurso para o qual enveredam a indústria e os investimentos deste novo e promissor mercado de entretenimento. A análise se baseia no volume de capital arrecadado pelo conjunto de empresas de videogames que, na atualidade, ultrapassa o do cinema e da música.

Encerrando o simpósio, no sábado, também às 20h, sentam-se à mesma mesa Suzete Venturelli, professora, pesquisadora e artista de computação do Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB), e Gilbertto Prado, artista multimídia, professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).  A medição é de Renata Gomes, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e que está desenvolvendo uma pesquisa sobre a dramaturgia dos personagens autônomos nos games.

O tema desta mesa é Games: Uma Estética da Interação, em uma discussão sobre a interatividade, a narrativa dos jogos e o comportamento de personagens autônomos, que, nas entrelinhas, podem gerar algum componente estético.