Universidades incentivam a promiscuidade, diz novo ministro da Educação

'É isso que eles estão ensinando para os nossos filhos na universidade', acusa Ribeiro

Por: Redação

Milton Ribeiro, o novo ministro da Educação, afirmou, em 2018, que as universidades incentivam sexo “totalmente sem limites” por meio do pensamento existencialista. “O mundo foi perdendo a referência do que é certo e do que é errado”, afirmou.

Ministro da Educação
Crédito: Isac Nóbrega/Presidência da RepúblicaFilhos ‘devem sentir dor’ para aprender, diz novo ministro da Educação

O existencialismo tem suas raízes no filósofo e teólogo dinamarquês Søren Kierkegaard (1813-55), mas ganhou força na segunda metade do século 20, com Jean-Paul Sartre (1905-80) e Simone de Beauvoir (1908-86). Eles compartilham a ideia de que liberdade e individualidade são fundamentais ao ser humano.

Outras polêmicas

No programa “Ação e Reação”, de 2013, Milton Ribeiro minimizou o feminicídio de uma jovem de 17 anos, ao comentar que o crime foi resultado de uma “confusão” entre amor e paixão.

“Naturalmente movido por paixão, paixão é louca mesmo, ele então entrou, cometeu esse ato louco, marcando a vida dele, marcando a vida de toda família”, afirmou Ribeiro.

Em outro vídeo, ele defende punições físicas a crianças. o pastor evangélico argumenta que os pais devem aplicar castigos físicos como forma de educar e obter a “correção necessária para a cura”.

milton ribeiro
Crédito: Reprodução/FacebookPastor Milton Ribeiro será o novo ministro da Educação

“Talvez algumas mães até fiquem com raiva de mim, mas (a criança) deve sentir dor”, diz o novo ministro no vídeo. Para rebater possíveis criticas quanto ao seu método, Milton ainda diz: “Eu amo as crianças da minha igreja”.

Para o ministro da Educação, a “correção dos filhos não ocorrerá por meios justos e métodos suaves”. Para ele, esse tipo de abordagem surtiria efeito apenas em crianças mais desenvolvidas, ou superdotadas.

“A correção necessária para a cura não vai ser obtida por meios justos e métodos suaves. Talvez uma porcentagem muito pequena de crianças precoces, superdotadas é que vai entender o seu argumento. Deve haver rigor, desculpe, severidade”, apontou Ribeiro.