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Casagrande dá melhor resposta ao encontro de Marcelinho Carioca com Bolsonaro

"Essa camisa representa liberdade e democracia, e nenhum ex-jogador tem o direito de representar o clube politicamente", disse o comentarista esportivo

Por: Redação

Após encontro do ex-jogador do Corinthians, Marcelinho Carioca, com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o também ex-jogador alvinegro e comentarista esportivo da Rede Globo, Walter Casagrande, detonou a atitude de Marcelinho, e disse que a camisa corintiana representa e sempre representou o lado da democracia.

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Crédito: ReproduçãoCasagrande detona Marcelinho Carioca após encontro com Bolsonaro

“Eu cheguei em 1975 no Corinthians, comecei minha vida lá. Corintiano de garoto, cheguei para jogar nas categorias de base do Corinthians. Em 1979, a torcida do Corinthians abriu uma faixa no Pacaembu dizendo ‘Anistia para os presos políticos e exilados políticos’. Até 1985, essa camisa era da democracia corintiana, essa camisa representa liberdade e democracia. E nenhum ex-jogador tem o direito de representar o clube politicamente. Eu também não tenho. Isto aqui [a camisa] é democracia. Isto aqui sempre foi democracia”, disse o jogador.

Na última quarta-feira, 29, Marcelinho Carioca esteve em Brasília, onde entregou uma camisa oficial do Corinthians nas mãos de Bolsonaro. Posou junto com o presidente para fotos, gravou um vídeo em apoio ao Governo e ainda debochou da democracia corintiana. “Nação corintiana, aqui ó: o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro com a camisa do Coringão! Isso que é democracia! Isso é defender a MP do Futebol! Isso é valorizar o futebol feminino!”, disse o ex-jogador.

“Você vê? Isso que é lindo! (Bolsonaro) é palmeirense, mas quer que todos os clubes tenham a liberdade de poder fazer os seus jogos, poder trazer os craques de volta para o nosso país e abrilhantar o nosso futebol! Presidente, que honra o senhor me receber aqui no Palácio”, acrescenta, no momento em que é saudado por Bolsonaro: “a honra é toda minha, Marcelinho”.

Após a repercussão negativa do encontro de Carioca com Bolsonaro, o ex-jogador perdeu o posto de embaixador da parceria entre o Corinthians e o banco BMG, patrocinador master do clube.

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