Exposição ‘Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo’
Têxteis feitos à mão, cores vibrantes e histórias ancestrais marcam a exposição que apresenta no MASP a potência coletiva das mulheres Wichí.
O MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand inaugura em 6 de março a exposição “Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo”, reunindo 25 obras que marcam a estreia do coletivo formado por mais de cem mulheres do povo Wichí em um museu brasileiro.
A mostra, com curadoria de Adriano Pedrosa e Laura Cosendey, fica em cartaz até 2 de agosto de 2026 e integra a programação dedicada às histórias latino-americanas.
Liderado pela artista Claudia Alarcón, o coletivo Silät transforma o saber ancestral da tecelagem em linguagem contemporânea. As peças são produzidas com fios de chaguar — fibra vegetal típica do Gran Chaco — e combinam padrões tradicionais, novas cores e processos colaborativos que ampliam a escala e o significado dos tecidos, agora também entendidos como suporte artístico e político.
Entre mitologia, memória e cotidiano, a exposição revela como as obras funcionam como verdadeiros estandartes de identidade e resistência.
Instalações com dezenas de peças, composições têxteis monumentais e narrativas visuais sobre território e espiritualidade convidam o público a olhar para a arte indígena a partir de sua potência coletiva, reafirmando o tecido como linguagem viva que atravessa gerações.
Sobre a Exposição ‘Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo’:
Quanto custa?
R$ 75 (inteira) e R$ 37 (meia-entrada) | Terças grátis (o dia inteiro) e sextas grátis das 18h às 20h30
Datas e horários
De 06/03/2026 a 02/08/2026 (Terça, Quarta, Quinta, Sexta, Sábado, Domingo)
Horário: Terças , das 10h às 20h (entrada até as 19h).
Quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h).
Sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30).
Sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h).
Fechado às segundas.
Acessibilidade
Local acessível para cadeirantes
Áudio descrição disponível
Intérprete de Libras