Portas e janelas sustentáveis se abrem para preservação ambiental

Materiais como madeira certificada, vinil e fibra de vidro, recicláveis, de fácil manutenção e alta durabilidade, compõem peças para a moradia ecológica

Por: Redação Comunicar erro

Tem pensado em reformar a casa? Pois temos algumas dicas para você. Sugerimos que abra as portas de sua percepção para componentes e materiais de construção ambientalmente amigáveis. Por falar em abrir, adotar portas e janelas sustentáveis é um bom começo para reduzir a pegada ecológica da moradia.

Na fabricação desses elementos, três matérias-primas ganham destaque. Falamos da madeira certificada, do vinil e da fibra de vidro.

A madeira extraída de florestas sustentáveis é certificada pela FSC, ou Forest Stewardship Council. É a organização internacional que reconhece o manejo adequado desse material.

Nessas florestas, quando as árvores são cortadas, novas mudas são plantadas em seu lugar. Em empresas que utilizam essa madeira para fabricar portas e janelas sustentáveis, o uso do carbono também é reduzido no preparo da matéria-prima.

A serragem resultante da produção das peças é reaproveitada para fabricar itens como camas de animais. Isso acontece, por exemplo, na fornecedora Pella Corporation, de Iowa, nos Estados Unidos.

A empresa providencia ainda a reciclagem das sucatas de alumínio resultantes da aplicação desse material como revestimento das janelas.

Portas e janelas sustentáveis são a abertura para uma moradia ambientalmente amigável
Crédito: Reprodução/pella.comPortas e janelas sustentáveis são a abertura para uma moradia ambientalmente amigável

O vinil, por sua vez, também apresenta vantagens ao ser usado para compor janelas. Além de reciclável, ele dispensa pintura e retoque, o que diminui seu impacto no ambiente.

A fibra de vidro possui características similares e ainda tem propriedades isolantes, bem como requer pouca manutenção.

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Por sinal, o vidro é um material sustentável não somente por poder ser reciclado várias vezes durante sua vida útil.

Quando escolhido adequadamente, ele será o responsável pelas trocas de calor do interior da casa com o ambiente externo.

Também é o meio utilizado para potencializar o aproveitamento da iluminação natural, tornando-se forte aliado na economia de energia.

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Curadoria: engenheiro Bernardo Gradin, presidente da GranBio e especialista em soluções sustentáveis.

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