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ONG se reinventa para ajudar comunidades da zona sul de SP

Programa Voluntário da Ambev tem auxiliado ONGs a enfrentaram os desafios trazidos pela pandemia

Por: Redação
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Desde o início da pandemia no Brasil, a ONG Vivenda da Criança tem encontrado dificuldades para desenvolver seu trabalho social. Para Simone Rezende Klaussner, diretora de operações da instituição, que oferece há 30 anos ajuda aos moradores de Parelheiros, zona sul de São Paulo, a preocupação diária é de como sobreviver à crise com recursos cada vez mais escassos e arrecadações cada vez menores.

A ONG, faz parte do VOA desde 2019, programa voluntário da Ambev para compartilhamento de conhecimentos em gestão, atendia diariamente 180 crianças e mensalmente mil famílias de 18 bairros próximos.

ONG
Crédito: DivulgaçãoA ONG Vivenda da Criança oferece há 30 anos ajuda aos moradores de Parelheiros, zona sul de São Paulo

Com o cenário atual, a organização teve que deixar de lado sua principal causa –capacitação profissional, assistência familiar, atividades escolares e a qualificação de adolescentes para o projeto Jovem Aprendiz– e passou a ajudar as famílias com necessidades básicas como alimentação e higiene.

Com isso, a Vivenda passou a colocar cada vez mais em prática os conhecimentos que adquiriu com o VOA e buscar formas de superar a crise. Uma delas foi buscar parceiros para captar recursos e mantimentos.

“Os aprendizados do programa foram essenciais para este momento desafiador no qual todos nós vivemos”, conta Simone. “Como aprendemos a fazer planos de ações, isso tem feito muita diferença pois tivemos que nos reinventar para garantir a atividades básicas, como a captação de recursos, por exemplo”. Segundo ela, até agora, eles já arrecadaram 46 toneladas de alimentos e receberam a doação de 30 mil litros de água da marca AMA da Ambev, que abasteceram lares carentes de saneamento básico.

Simone ainda reforça que outro desafio é convencer as pessoas que a ajuda ao Terceiro Setor deveria ser recorrente, pois a desigualdade no Brasil ainda é enorme.

“Acredito que só conseguiremos mudar a desigualdade social quando todos perceberam que não existe primeiro, segundo ou terceiro setor. Existem pessoas que precisam de oportunidades. A crise atual tem mostrado o quanto o ser humano pode ser solidário e aprender a ter mais respeito e se colocar no lugar do outro”, explica.

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