AVC: 4 sinais importantes que indicam a doença

Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 2.231.000 pessoas no Brasil apresentam algum quadro de AVC

Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 2.231.000 pessoas no Brasil apresentam algum quadro de AVC e 568.000 com incapacidade grave. Descubra os sinais – iStock/Getty Images
Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 2.231.000 pessoas no Brasil apresentam algum quadro de AVC e 568.000 com incapacidade grave. Descubra os sinais – iStock/Getty Images - Getty Images

Também conhecido como derrame, o AVC (acidente vascular cerebral) é uma condição médica grave que pode ocorrer quando o suprimento de sangue para o cérebro é interrompido. Não por acaso, reconhecer os sinais o quantos antes e prestar socorro imediato pode evitar sequelas mais graves.

Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 2.231.000 pessoas no Brasil apresentam algum quadro de AVC e 568.000 com incapacidade grave.

AVC: Os 4 principais sinais são:

Os sinais podem variar de acordo com a área do cérebro afetada, mas alguns dos sinais mais comuns incluem:

  • perda de memória repentina;
  • confusão repentina;
  • dormência em um lado do corpo;
  • problemas repentinos de visão.

 AVC: Quais os fatores de risco?

Existem diversos fatores de risco que podem aumentar as chances de uma pessoa sofrer um AVC. Estes incluem:

Idade e gênero: o risco de AVC aumenta com a idade, sendo mais comum em pessoas com mais de 55 anos. Além disso, os homens têm um risco ligeiramente maior de AVC em comparação com as mulheres.

Histórico familiar: ter parentes próximos, como pais ou irmãos, que tiveram AVC pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver um derrame.

Diabetes: pessoas com diabetes têm um risco maior de desenvolver doenças cardíacas, incluindo o AVC. A alta taxa de açúcar no sangue pode causar danos aos vasos sanguíneos e aumentar a formação de placas nas artérias.

Tabagismo: o uso do tabaco é um fator de risco significativo para o AVC. A fumaça do cigarro contém substâncias químicas que podem danificar os vasos sanguíneos e aumentar a formação de coágulos sanguíneos, elevando o risco de um derrame.

Hipertensão arterial: a pressão alta é um dos principais fatores de risco para o AVC. Quando a pressão arterial está constantemente alta, pode danificar as artérias, tornando-as mais propensas a obstruções ou rupturas, o que pode levar a um AVC.

Colesterol elevado: níveis elevados de colesterol LDL (colesterol ruim) no sangue podem se acumular nas artérias e formar placas, estreitando o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de acidente vascular cerebral.

Estilo de vida sedentário: a falta de atividade física regular e um estilo de vida sedentário podem levar a problemas de saúde, como obesidade, pressão arterial alta e diabetes, que aumentam o risco de AVC.

 AVC: É possível reduzir o risco da doença?

Se você não fuma, se abstém de álcool e se exercita todos os dias, pode reduzir o risco de um derrame. Quando se trata de condições médicas, como diabetes tipo 2, é fundamental mantê-lo sob controle. Ou seja, levando em consideração os fatores de risco, é totalmente possível reduzir o risco de AVC.