Quanto custa um plano de saúde individual?

7 fatores que explicam o preço do plano de saúde individual

21/01/2026 16:16

O custo de um plano de saúde individual em 2025 varia bastante no Brasil e depende de fatores como idade, região, tipo de cobertura, rede de atendimento e forma de contratação, gerando um cenário de ampla variação de valores e características para quem busca esse tipo de convênio médico.

Ao avaliar quanto custa um plano de saúde individual, é possível identificar elementos que mais pesam na mensalidade
Ao avaliar quanto custa um plano de saúde individual, é possível identificar elementos que mais pesam na mensalidadeImagem gerada por inteligência artificial

Quanto custa um plano de saúde individual em 2025?

De forma geral, um plano de saúde individual para um adulto pode variar de faixas mais econômicas, com coberturas básicas, até opções mais completas, com ampla rede hospitalar e serviços adicionais. Em capitais, os valores costumam ser mais elevados do que em cidades menores, devido ao custo dos serviços médicos e hospitalares.

A idade do beneficiário é um dos principais critérios de precificação, seguindo faixas etárias definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Pessoas entre 18 e 29 anos geralmente pagam mensalidades menores, enquanto beneficiários acima de 59 anos encontram valores bem mais altos, por conta do maior risco assistencial estimado pelas operadoras.

Tabela de preços médios de planos de saúde individuais em 2025 (valores aproximados)
Faixa etária Tipo de cobertura Acomodação Região Preço médio mensal (R$)
18 a 29 anos Ambulatorial + hospitalar sem obstetrícia Enfermaria Cidades de porte médio R$ 180 a R$ 280
18 a 29 anos Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Enfermaria Capitais R$ 250 a R$ 380
30 a 44 anos Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Enfermaria Capitais R$ 320 a R$ 480
30 a 44 anos Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Apartamento Capitais R$ 450 a R$ 700
45 a 58 anos Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Enfermaria Capitais R$ 500 a R$ 850
45 a 58 anos Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Apartamento Capitais R$ 750 a R$ 1.200
59 anos ou mais Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Enfermaria Capitais R$ 900 a R$ 1.600
59 anos ou mais Ambulatorial + hospitalar com obstetrícia Apartamento Capitais e grandes centros R$ 1.300 a R$ 2.200
Todas as idades (referência) Plano referência ANS Enfermaria Cidades de porte médio R$ 250 a R$ 450

Os valores acima são estimativas médias de mercado em 2025 e podem variar conforme operadora, cidade específica, existência de coparticipação, padrão da rede credenciada e eventuais campanhas comerciais.

Quais fatores influenciam o preço do plano de saúde individual?

Ao avaliar quanto custa um plano de saúde individual, é possível identificar elementos que mais pesam na mensalidade, explicando por que duas pessoas com perfis diferentes pagam valores distintos, mesmo na mesma operadora. Além de idade e região, entram na conta o tipo de cobertura, a rede credenciada e a forma de acomodação em internações.

Esses fatores se combinam com a política comercial de cada empresa, campanhas de desconto e reajustes anuais autorizados pela ANS, o que reforça a importância de entender cada componente do preço antes da contratação.

  • Idade: faixas etárias mais altas têm mensalidades maiores.
  • Região: grandes centros urbanos costumam ter valores mais elevados.
  • Tipo de cobertura: ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia ou plano referência.
  • Rede credenciada: hospitais e laboratórios de alto padrão elevam o custo.
  • Acomodação: enfermaria é, em geral, mais barata que apartamento.
  • Coparticipação: reduz a mensalidade, mas adiciona custo por uso.
Ao avaliar quanto custa um plano de saúde individual, é possível identificar elementos que mais pesam na mensalidade
Ao avaliar quanto custa um plano de saúde individual, é possível identificar elementos que mais pesam na mensalidadeImagem gerada por inteligência artificial

Como comparar o custo de um plano de saúde individual?

Comparar o custo de um plano de saúde individual exige olhar além da mensalidade, pois um convênio aparentemente mais barato pode ter rede limitada ou coberturas restritas. A análise deve considerar o uso real de serviços, a abrangência geográfica e os prazos de carência para diferentes procedimentos.

É importante verificar se o plano é apenas ambulatorial ou se inclui internações, cirurgias e obstetrícia, bem como observar a rede de hospitais, clínicas e laboratórios na região em que o beneficiário mais utiliza serviços, além das regras de coparticipação e do histórico de reajustes anuais da operadora.

Como escolher entre plano individual e outras modalidades?

Quem pesquisa quanto custa um plano de saúde individual costuma se deparar com alternativas, como planos coletivos empresariais ou por adesão, que seguem regras próprias de reajuste e exigem vínculo com empresa ou entidade de classe. Esses modelos podem oferecer mensalidades diferentes e condições de contratação distintas.

Para quem não tem acesso a um plano coletivo, o convênio individual segue sendo uma opção de contratação direta, com reajustes definidos e fiscalizados pela ANS. Em qualquer modalidade, é essencial analisar contrato, rol de procedimentos, regras de cancelamento e a segurança regulatória envolvida, alinhando custo, cobertura e necessidade de atendimento.