Sintomas menos conhecidos de AVC que merecem atenção
Além da fraqueza facial, outros sinais de AVC incluem alterações visuais e tontura. Descubra mais

Identificar rapidamente um Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode fazer toda a diferença na recuperação do paciente.
Sintomas clássicos como fraqueza em um dos lados do corpo ou dificuldade para falar são amplamente conhecidos, mas há sinais menos comuns que também requerem atenção.
Conforme a Sociedade Brasileira de AVC, essa condição é a segunda principal causa de morte no Brasil e a maior responsável por incapacidades no mundo.
- Governo do Estado de São Paulo abre inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos
- Como o seu estilo de vida pode estar elevando sua pressão aos 30 anos?
- Algo simples e que qualquer pessoa consegue fazer pode aliviar sintomas da depressão e ansiedade
- Paranapiacaba recebe Festival do Cambuci em todos os finais de semana de abril
As sequelas de um AVC podem ser devastadoras: cerca de 70% dos pacientes não conseguem retomar suas atividades profissionais e 50% necessitam de assistência para as tarefas cotidianas. Portanto, reconhecer os sinais precocemente é fundamental para minimizar danos.
Sintomas menos conhecidos de AVC
Embora os sintomas mais evidentes de um AVC incluam fraqueza e dificuldade na fala, outros sinais menos conhecidos podem indicar o início de um derrame.
Alterações visuais, como visão embaçada ou dupla, são sinais de alerta, além de mudanças no movimento ocular.
A perda repentina de coordenação, tontura intensa e até mesmo náuseas e vômitos inesperados também podem estar associados a um AVC.
Outro sintoma incomum, porém grave, é a dor de cabeça súbita e severa, que pode ser o único indicativo de um AVC hemorrágico.
Esse tipo de acidente vascular ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, geralmente devido à hipertensão. Já o AVC isquêmico, mais comum, resulta de uma interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro, levando à morte das células cerebrais.
Fatores de risco do AVC
Diversos fatores aumentam o risco de desenvolver um AVC, tanto hemorrágico quanto isquêmico. Entre os principais estão hipertensão, diabetes tipo 2, colesterol elevado, sedentarismo, tabagismo, uso excessivo de álcool, idade avançada e histórico familiar. Manter um estilo de vida saudável e monitorar regularmente a saúde são medidas essenciais para reduzir esses riscos.
Se qualquer sintoma, comum ou não, for percebido, é fundamental procurar atendimento médico de imediato. Quanto mais rápido o tratamento, melhores as chances de recuperação.