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Tratamento para espinhas: conheça os prós e contras do Roacutan

O medicamento é utilizado em casos de acne severa

Por: Redação | Comunicar erro
foto do rosto de uma menina antes e depois do tratamento com Roacutan
Crédito: reprodução/InstagramAntes e depois do tratamento com Roacutan

A isotretinoína, conhecida comercialmente como Roacutan, é uma droga tão famosa por seus poderes de cura da acne quanto por seus perigosos efeitos colaterais. A lista é grande e esse é um dos principais motivos que fazem com que alguns pacientes rejeitem o tratamento.

A pílula comumente indicada em casos de acne severa realmente funciona. Isso porque ela atua diretamente sobre as glândulas sebáceas, basicamente, reduzindo-as de tamanho e a quantidade de óleo que elas produzem e também o número de bactérias na pele.

Nos últimos anos, no entanto, tem havido histórias de adolescentes e jovens adultos desenvolvendo depressão, perdendo todo o cabelo e até cometendo suicídio depois de tomar o remédio.

Não que seja fácil conseguir o medicamento. Para compra-lo é preciso uma prescrição médica depois de uma consulta minuciosa, além de exames. Por isso, a decisão pelo tratamento deve ser tomada sempre em conjunto com o dermatologista e com os familiares do paciente quando este for menor de idade.

reprodução/Instagram
O Brasil tem um rigoroso controle de medicamentos à base de isotretinoína – o Roacutan é um deles

Entre os efeitos colaterais estão:

  • Ressecamento da pele;
  • Ressecamento dos olhos;
  • Ressecamento dos lábios;
  • Queda de cabelos;
  • Sangramento de nariz;
  • Sangramento de gengivas;
  • Dores musculares;
  • Depressão.

Os efeitos adversos são geralmente reversíveis, com a alteração da dose ou interrupção do tratamento, mas alguns podem persistir após a suspensão da medicação.

O site Minha Vida, parceiro da Catraca Livre, também listou algumas reações possíveis de aparecer. Confira:

Reação muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento): anemia, aumento nas plaquetas ou diminuição da contagem plaquetária (trombocitopenia), elevação da taxa de sedimentação, blefarite (inflamação na borda da pálpebra), conjuntivite, irritação ocular, ressecamento ocular, elevações transitórias e reversíveis de transaminases hepáticas, fragilidade cutânea, prurido (coceira na pele), ressecamento da pele e dos lábios, mialgia (dores musculares), dores articulares, lombalgia (dor na região lombar), aumento de triglicérides e colesterol séricos, diminuição de HDL.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): neutropenia(diminuição do número de neutrófilos no sangue), dor de cabeça, ressecamento da mucosa nasal, hematúria (presença de sangue na urina), proteinúria.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): depressão, reações alérgicas da pele, hipersensibilidade sistêmica, alopecia reversível (queda temporária de cabelos e pelos).

Leia mais sobre as reações e o perigo de superdosagem aqui.

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