A maioria das pessoas que dizem que preferem ficar sozinhas na verdade não procuram isolamento, mas sim um tipo específico de companhia por perto que não exija que elas finjam ser outra pessoa
Epicuro, o filósofo que valorizava a simplicidade, já nos avisava desde 300 a.C.: “Não é o que temos, mas o que desfrutamos, que constitui a nossa abundância”
Confúcio, sábio filósofo chinês e mestre da ética, já nos avisava desde 500 a.C.: “Quando vires um homem bom, imita-o; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo”
Santiago Ramón y Cajal, ganhador do Nobel: “De todas as respostas para um insulto, a mais inteligente e prática é o silêncio”
Sócrates, o mestre da filosofia grega, já nos avisava desde 400 a.C.: “A vida sem reflexão não vale a pena ser vivida”
Voltaire, o provocativo escritor e pensador iluminista francês: “É difícil libertar os tolos das amarras que eles veneram”
Diógenes de Sínope, o filósofo mais rebelde da Grécia antiga: “A base de todo estado é a educação de sua juventude”
Francis Bacon, o pai do método científico moderno: “A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas ao meio”
Arthur Schopenhauer, o pensador alemão mestre do realismo: “A pressa é a inimiga da perfeição, mas a lentidão é a mãe do fracasso”
Obras na Holanda revelam de repente um barco medieval: a estrutura enterrada no subsolo pode mudar o que pensávamos sobre o comércio naquela época
Hipátia de Alexandria, a maior matemática e astrônoma da antiguidade: “Conserve o seu direito de pensar, pois mesmo pensar errado é melhor do que não pensar”
Epicteto, o mestre da liberdade interior, nos lembra desde 100 d.C.: “Não são as coisas que nos perturbam, mas a opinião que temos sobre elas”