Confúcio, filósofo chinês e mestre da conduta: “Aquele que controla suas palavras e ignora a provocação alheia encontrará o respeito que os outros procuram a vida inteira.”
Sêneca, o filósofo da serenidade: “A pressa que você cultiva todo dia também pode revelar o seu jeito de fugir sem perceber”
Arthur Schopenhauer, o observador da vontade humana: “A tristeza que você chama de drama todo dia também pode revelar o seu jeito de sentir fundo o que os outros preferem ignorar”
Lao-Tsé, sábio chinês, já nos cutucava desde o século VI a.C.: “Primeiro diga a si mesmo onde está sua pressa, depois aprenda a caminhar sem brigar com o tempo”
Epicteto, sábio filósofo estoico e mestre da liberdade interior, desde o século I: “Quando vires um homem livre por dentro, imita-o; quando vires um homem escravo da opinião alheia, examina-te a ti mesmo”
Lao-Tsé, sábio chinês e mestre do Tao: “Aquele que controla sua pressa e ignora o barulho do mundo encontrará a paz que os outros procuram a vida inteira.”
Sócrates, o mestre do autoconhecimento: “A certeza que você defende todo dia também pode revelar o seu jeito de não aprender sem perceber”
Albert Camus, o pensador do absurdo: “O vazio que você chama de tédio todo dia também pode revelar o seu jeito de procurar sentido onde ninguém deixou respostas”
Sêneca, filósofo romano, já nos cutucava desde o século I: “Primeiro diga a si mesmo o que merece sua paz, depois abandone o que rouba sua calma”
Epicteto, o mestre da liberdade interior: “Você perde a paz quando tenta controlar aquilo que nunca esteve em suas mãos”
Albert Camus, o pensador do absurdo: “Mesmo quando o mundo parece não responder, continuar vivendo já é uma forma silenciosa de coragem”