Charles Darwin apontou um paradoxo entre certeza e conhecimento que continua atual: “A ignorância gera confiança com mais frequência do que o conhecimento”
Epicteto colocou entre os acontecimentos e o sofrimento uma diferença decisiva: “Os homens não são perturbados pelas coisas, mas pelas opiniões que têm sobre elas”
Oscar Wilde resumiu esperança em meio às dificuldades com uma imagem que ainda chama atenção: “Estamos todos na sarjeta, mas alguns de nós olham para as estrelas”
René Descartes transformou a própria dúvida em ponto de partida para uma certeza: “Penso, logo existo”, a conclusão apresentada em 1637 ao buscar uma base segura para o conhecimento
Blaise Pascal colocou sentimento e razão frente a frente em uma frase que atravessou séculos: “O coração tem razões que a razão desconhece”
Sócrates, registrado por Platão, deixou uma das provocações mais duradouras sobre viver sem questionar as próprias escolhas: “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”
Sêneca deixou um alerta de quase 2 mil anos para quem sofre antecipadamente pelo que ainda nem aconteceu: “Sofremos mais frequentemente na imaginação do que na realidade”
John Stuart Mill deixou uma provocação para quem acredita entender uma discussão ouvindo apenas um lado: “Quem conhece apenas o seu próprio lado da questão conhece pouco dele”
Unamuno, filósofo: “Cada um é, na verdade, três: aquele que se acredita ser, aquele que os outros acreditam e aquele que realmente é.”
Ralph Waldo Emerson resumiu em poucas palavras o combustível por trás das grandes realizações: “Nada grandioso jamais foi alcançado sem entusiasmo”
Charles Darwin escreveu durante a viagem do Beagle uma provocação sobre o valor do tempo: “Quem se atreve a desperdiçar uma hora ainda não descobriu o valor da vida”
Sêneca transformou o medo antecipado em uma das observações mais atuais do estoicismo: “Sofremos mais vezes na imaginação do que na realidade”