Epicteto colocou a origem de boa parte do sofrimento na maneira como interpretamos o que acontece: “Os homens são perturbados não pelas coisas, mas pelas opiniões que têm delas”
Friedrich Nietzsche colocou a resistência em uma pergunta que atravessou mais de um século: “Quem tem um porquê para viver consegue suportar quase qualquer como”
Henry David Thoreau transformou sonhos em uma questão de movimento: “Se alguém avança confiante na direção de seus sonhos, encontrará um sucesso inesperado”
Sócrates, registrado por Platão, fez uma das provocações mais duradouras sobre autoconhecimento: “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”
Epicteto colocou a liberdade em um lugar que muita gente esquece: “Nenhum homem é livre se não for senhor de si mesmo”
Marco Aurélio e a provocação sobre falar menos e viver aquilo que se defende: “Não fale mais sobre como um homem bom deve ser; seja esse homem”
Benjamin Franklin deixa uma lição de quase 300 anos sobre promessas e resultados: “Bem feito é melhor do que bem dito”
Immanuel Kant, filósofo alemão do século XVIII, mais atual do que nunca: “Quanto mais ocupados estivermos, mais agudamente sentimos que vivemos.”
Søren Kierkegaard, filósofo dinamarquês, sobre compreender o passado sem deixar de seguir adiante: “A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas deve ser vivida olhando para a frente.”
Epicteto, filósofo estoico, sobre aquilo que realmente nos perturba: “Não são as coisas que perturbam as pessoas, mas os julgamentos que fazem sobre elas.”
Simone Weil, filósofa francesa, sobre a importância de realmente enxergar o outro: “A atenção é a forma mais rara e pura de generosidade.”
Sêneca sobre como a dificuldade revela a força que uma pessoa ainda não conhecia: “As dificuldades fortalecem a mente, assim como o trabalho fortalece o corpo”