Últimas notícias:

Loading...

Brasiliense cria site de hospedagem colaborativa para mulheres

Nova rede conecta e empodera mulheres viajantes

Por: Redação

Um levantamento feito pelo MTur (Ministério do Turismo) apontou que quase 18% das mulheres brasileiras preferem viajar sozinhas.

De olho neste mercado, uma plataforma recém-lançada no Brasil promete conectar mulheres viajantes a moradoras locais oferecendo hospedagens colaborativas a preços acessíveis.

mulheres viajantes
Crédito: DivulgaçãoA SisterWave empodera e conecta a mulher viajante a moradoras locais

A iniciativa é da empresária brasiliense Jussara Pellicano, que lançou a SisterWave com objetivo de empoderar e encorajar as mulheres a viajaram mais.

A SisterWave já conta 360 sisters (como são chamadas as usuárias) e 40 anfitriãs em 26 cidades , como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Belo Horizonte.

O funcionamento é bem simples. O primeiro passo é fazer um cadastro. Depois é escolher o destino e  buscar pelas anfitriãs  e fazer o pagamento pela plataforma.

Mulheres viajantes
Crédito: DivulgaçãoNova rede conecta e empodera mulheres viajantes

O projeto surgiu das experiências de viagem de Jussara Pellicano, que já andou por 17 países em três continentes, e em muitos momentos fez isso sozinha.

Ela percebeu pela sua própria vivência e pelos relatos de outras mulheres viajantes, que durante as viagens as mulheres se sentem bem mais inseguras do que os homens devido ao risco de assédio e violência, inclusive em hospedagens colaborativas.

Segundo Jussara, o objetivo da rede e diminuir esses obstáculos que amedrontam e muitas vezes impedem as mulheres de viajar, principalmente sozinhas.

“Nós, mulheres, passamos constantemente por situações desconfortáveis e criamos várias ferramentas para nos proteger que nem sequer passam pela mente dos homens. Utilizei hospedagens colaborativas durante minhas viagens e felizmente, nada de ruim aconteceu comigo. Mas escutei muitos relatos de assédio e desconforto de mulheres próximas que se hospedaram com homens e, por isso, sempre ficava bem receosa e me precavia”, diz Jussara.