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Laranjeiras: 6 rolés para fazer a pé nos arredores do Largo do Machado

A região possui inúmeras atrações para todos os gostos e bolsos, de museus a feirinhas

Por: Agência Fática

Laranjeiras é um dos bairros mais tradicionais do Rio de Janeiro! Por lá já passaram habitantes ilustres, como Cássia Eller, Cartola, Machado de Assis e Heitor Villa Lobos.

Largo do Machado
Crédito: @lgodomachado/ FacebookFeira na Praça do Largo do Machado com a Paróquia Nossa Senhora da Glória ao fundo

Os moradores deste bairro são apreciadores de boa música e adoram ocupar as ruas, as praças e as mesas dos bares. Duas estações de metrô, Largo do Machado e Flamengo, além de várias linhas de ônibus, tornam o bairro acessível para todes.

A Catraca Livre preparou uma lista de atividades para você descobrir o bairro a pé, sem gastar muito e com muita diversão. Tudo nos arredores do Largo do Machado.

Praça São Salvador, arredores do Largo do Machado
Crédito: Léo OliveiraGrupo Arruma o Coreto se apresenta aos domingos na Praça São Salvador

A praça é considerada um dos lugares mais agradáveis do bairro. A noite é um local boêmio, por causa dos bares ao redor.

O que já era um ponto de encontro dos moradores do bairro ganhou mais uma atração há 13 anos, quando um grupo de sete amigos, estudantes de música, resolveu ensaiar choro no coreto da praça.

O nome escolhido pelo grupo foi Arruma o Coreto, uma brincadeira com o bloco Bagunça o Meu Coreto, que desfila pela região nas terça-feiras de Carnaval.

A música atraiu as pessoas, que atraiu os comerciantes. A feira de domingo de manhã da Praça São Salvador é uma consequência do chorinho da turma do Arruma o Coreto. Quem passa por lá entre às 11h e 14h, além de boa música, pode comprar artesanatos e comidinhas.

Parque Guinle, nos arredores do Largo do Machado
Crédito: @parqueeduardoguinle/ facebookLago artificial e edifícios de Lucio Costa no Parque Guinle

Um dos pontos mais conhecidos de Laranjeiras é o Parque Guinle. O acesso é feito pela Rua Gago Coutinho, onde o visitante avista o portão em ferro fundido ladeado por duas estátuas de leão alado. O projeto dos jardins atuais é de Burle Marx e três dos edifícios que margeiam o lado direto são do arquiteto modernista Lúcio Costa.

A área verde do parque possui vegetação originária da Mata Atlântica. O lugar ainda inclui uma lagoa artificial onde são facilmente encontrados patos e gansos. Há ainda espaço de lazer para as crianças e áreas para praticar exercícios ao ar livre.

O Parque Eduardo Guinle fazia parte dos jardins do Palácio das Laranjeiras, construído pela família Guinle nos primeiros anos de 1900. Atualmente, o Palácio Laranjeiras é a residência oficial do governador do Estado. Durante os anos 2000, a residência pode ser visitada pelo público, mas as visitas foram suspensas por falta de recurso. Do Parque é possível contemplar a construção. O local fica aberto 24 horas por dia.

  • Palácio Guanabara

Sede do governo estadual, o Palácio Guanabara é aberto a visitação aos sábados. As visitas guiadas são realizadas por agendamento. O roteiro inclui seis pontos da construção e o jardim no estilo francês. O Palácio foi casa da princesa Isabel no século 19 e residência oficial da presidência da República entre 1926 e 1947.

No Salão Nobre, os visitantes podem ver onde a princesa Isabel organizava saraus culturais, jantares com orquestra, recitais de piano e dança. O grupo também visita a sala Pé de Moleque. O local recebeu cobertura de vidros resistentes e iluminação especial, para preservar o chão. A sala tem este nome porque o piso de pedras foi acomodado com os pés pelos filhos dos escravos, que eram chamados de moleques.

As visitas guiadas no Palácio Guanabara são gratuitas. O agendamento deve ser feito pelo e-mail visitaguiada@casacivil.rj.gov.br. Se você ficou com vontade, é melhor se organizar, porque muitos sábados já estão lotados. O Palácio fica na Rua Pinheiro Machado, s/nº.

Se você adora visitar museus que unem tecnologia e artes visuais, o Centro Cultural Oi Futuro é a sua próxima parada!

Colado em Laranjeiras, mas já no Flamengo, o centro cultural aposta no fomento de novas linguagens artísticas e na a convergência entre arte, ciência e tecnologia. Por lá também é possível assistir peças teatrais e participar de oficinas e ações educativas, sempre com uma pegada tecnológica.

No complexo, você pode visitar o Musehum (Museu das Comunicações e Humanidades), novo nome do Museu das Telecomunicações. Seu acervo conta com mais de 130 mil peças. Um dos espaços mais interessantes é o ambiente onde o visitante entra em uma cápsula espelhada e uma combinação de luzes, sons e efeitos visuais revelam seus próprios rastros digitais e conexões.

Também é possível realizar um tour em realidade virtual com um óculos especial, ver objetos históricos, como aparelhos telefônicos de design variados, celulares, câmeras, rádios, televisores etc, e fazer uma selfie no super-selfie – a foto tirada ainda vira uma imagem digital 3D.

Quando? Terça a domingo, de 11h às 20h
Onde? Centro Cultural Oi Futuro | Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo
Quanto? Entrada gratuita

Museu do Folclore, nos arredores do Largo do Machado
Crédito: @CNFCP / FacebookMontagem de exposição no Museu do Folclore Edison Carneiro

Fugindo um pouco de Laranjeiras, mas ainda nas imediações do Largo do Machado, está o Museu do Folclore Edison Carneiro. O museu pertence à instituição federal Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Criado em 1968, o local possui acervo de cerca de 17 mil objetos, 130 mil documentos bibliográficos e aproximadamente 70 mil documentos audiovisuais.

Mas o que exatamente é exposto neste museu? Cerâmicas, bordados, tecidos, todos os tipos de artesanato e expressões culturais feitas por brasileiros em qualquer parte do país. A instituição funciona como uma caixa da memória cultural do Brasil.

Além das exposições, o espaço também recebe grupos regionais de música e dança. É a dica para sair um pouco da bolha e conhecer a cultura imaterial produzida por artistas populares.

Quando? Terça a sexta-feira, das 10h às 18h | Sábados, domingos e feriados, das 15h às 18h
Onde? Museu de Folclore Edison Carneiro | Rua do Catete, nº 179 e 181 – Catete
Quanto? Entrada gratuita

  • Feira Rua General Glicério
Grupo Pixin Bodega
Crédito: @pixinbodega / FacebookO grupo Pixin Bodega: Alcir Alves DA Silva, Lauro Mesquita, Jorge Augusto Serpa Mendes, Gloria Salim, Luís Carlos, Simon Evans, Sergio Zoroastro e Gabriel

O destino mais distante desta lista é a feira livre da Rua General Glicério, mas a caminhada do metrô até a Praça do Choro vale o esforço. Assim, o catraqueiro já entra no espírito do bairro: ruas arborizadas, casas e prédios antigos e um clima de confraternização das cidades do interior. É possível avistar as Casas Casadas na Rua das Laranjeiras, 307 – residências históricas que hoje abrigam a RioFilme.

A feira tradicional com frutas, legumes e verduras acontece ao longo da Rua Professor Ortiz Monteiro. Na Praça do Choro ficam localizados os artesãos e uma roda de samba e choro do grupo Pixin Bodega. Aos sábados, por volta das 13h, o grupo se apresenta para o público, que aproveita para comer um pastel ou bolinho de bacalhau das barracas.

Se animou em conhecer os bairros tradicionais da Cidade Maravilhosa? Que tal explorar Santa Teresa?

Por: Agência Fática

A Fática é uma agência de comunicação especializada em cultura em suas várias linguagens.

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