Shows para curtir no Itaú Cultural sem gastar nenhum tostão

Aproveite o melhor da música nacional em plena Avenida Paulista!

Por: Redação Comunicar erro
A partir de
26
de setembro 2019
Quinta - Sexta - Sábado - Domingo
Diversos horários - confira abaixo

Como manda a tradição, o Itaú Cultural oferece ao público uma programação recheada de shows gratuitos!

Em setembro, a casa abre espaço para diversos formatos de banda e estilos musicais, da batucada brasileira ao jazz, da música erudita ao samba – tudo isso em plena Avenida Paulista!

Fachada do Itaú Cultural
O Itaú Cultural é um instituto voltado para a pesquisa e a produção de conteúdo e para o mapeamento, o incentivo e a difusão de manifestações artístico-intelectuais

SALA SÃO PAULO: um passeio deslumbrante e barato na cidade

A distribuição de ingressos para o público não preferencial ocorre com uma hora de antecedência, com limite de ingresso por pessoa. Já o público preferencial pode garantir sua entrada duas horas antes do espetáculo, com direito a um acompanhante.

O Itaú Cultural

Centro de referência cultural, o equipamento promove e divulga a produção brasileira no país e no exterior desde 1987!

É um instituto voltado para a pesquisa, produção, mapeamento, incentivo e difusão de manifestações artístico-intelectuais, a fim de contribuir para a valorização da cultura de uma sociedade tão complexa e heterogênea como a nossa.

Todas as apresentações contam com interpretação em Libras. Vamos nessa?!

  • Batucada Tamarindo
    26 de setembro, às 20h
    Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares

Fundamentando-se no que há de mais rico na musicalidade dos batuques afro-brasileiros e latinos, o grupo Batucada Tamarindo traz em sua bagagem musical um repertório eclético e envolvente: procurando mixar de forma saudosa a ancestralidade, desbrava sonoridades mesclando percussão com instrumentos de cordas, como contrabaixo elétrico, viola, violão e guitarra baiana, para cantar toadas tradicionais e composições próprias.

Com 12 anos de atividade, em 2019 lança seu primeiro disco em vinil, que traz composições autorais e canções de domínio público, além de contar com a participação especial de Webster Santos, Lenna Bahule e Yalorixá Genilce dos Santos (Mãe Gê).

O grupo é formado por Mauricio Badé (percussão e voz), Alysson Bruno (percussão e voz), Abuhl Júnior (percussão e voz), Mestre Nico (percussão e voz), Ilker Ezaki (percussão e voz) e Aimê Uehara (baixo, guitarra baiana e voz).

  • André Siqueira
    27 de setembro, às 20h
    Sala Itaú Cultural (piso térreo)

O compositor, arranjador e multi-instrumentista apresenta “Solo” (2019), quarto disco da sua carreira, que traz novos arranjos de clássicos como “Corrupião”, de Edu Lobo, “Feia”, de Jacob do Bandolim, e “Oceano”, de Djavan. O estilo de André abrange matrizes da canção rural, do jazz e da música erudita.

  • Paulinho Pedra Azul
    28 de setembro, às 20h
    Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares

Com um estilo fortemente influenciado pelo Clube da Esquina, o cantor, poeta e compositor mineiro Paulo Hugo Morais Sobrinho, o Paulinho Pedra Azul, apresenta no Itaú Cultural um repertório que abrange de canções românticas a chorinhos – composições que se espalham por 21 discos, ao longo de uma carreira de 35 anos. Além de músico, Paulinho é artista plástico e escritor, com 200 telas a óleo e acrílico pintadas e 15 livros publicados.

  • A Lenda
    29 de setembro, às 19h
    Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares

O Itaú Cultural promove a audição do disco “A Lenda”, produzido pelos músicos Aécio Diniz e Alembrg Quindins com o apoio do programa Rumos. O espetáculo integra a programação de “O Tempo das Coisas – Mostra Rumos 2017-2018”.

A produção forma uma paisagem sonora, contando e cantando o nascimento geográfico do território da Chapada do Araripe e o surgimento do povo Kariri ancestral. A coleta de sons e uma pesquisa mitológica em sítios arqueológicos faz do concerto uma viagem musical na pré-história, ressaltando seu universo de mitos e lendas.

As composições são de Alemberg Quindins e Rosiane Limaverde, os arranjos de Aécio Diniz e a produção musical de André Magalhães.


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