Batalhão da Vagabundagem recebe Marquinhos Diniz para roda no centro

Por: Redação Comunicar erro

Batalhão da Vagabundagem recebe Marquinhos Diniz para uma grande roda de samba na inauguração do boteco A Revolucionária. O encontro musical gratuito tem início às 17h. Confirme presença aqui!

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Crédito: divulgação Batalhão da Vagabundagem
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Crédito: divulgação Marquinhos Diniz

Marquinhos Diniz

Filho do mestre Monarco da Portela, Marquinhos teve contato com o samba desde pequeno. Com cerca de nove anos, já frequentava o bloco Gemada da Vila, para o qual compôs os seus primeiros versos poucos anos depois.

Antes de se firmar como sambista, Marquinhos foi pintor de carros, atuou no exército e inclusive trabalhou em rádio. Somente quando não conseguiu conciliar outros trabalhos com o samba é que se entregou para o gênero. Embora tivesse músicas em discos independentes, a primeira canção gravada que lhe rendeu dinheiro foi “Rosas de Ouro”, composta com Mané.

O primeiro grande sucesso, no entanto, estourou na voz de Zeca Pagodinho. Era o samba “Caviar”, escrito com Barberinho e Luiz Grande. Juntos, os três formaram o Trio Calafrio.

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Batalhão da Vagabundagem 

A roda surgiu a partir de um encontro de amigos, em meados de 2009. Logo nas primeiras reuniões, eles batizaram a roda de Batalhão da Vagabundagem – nome que ia no sentido inverso ao perfil de seus integrantes. Em pouco tempo, o Batalhão foi conquistando seu espaço e marcando presença por resgatar sambas antigos e partidos altos

Os integrantes da roda assumiram a responsabilidade de apresentar um repertório diferente a cada encontro. Além de inúmeras brasas de compositores como Noel Rosa, Geraldo Pereira e Batatinha, o grupo também traz sambas autorais.

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