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Após estuprar filha de 10 meses, homem pesquisou como saber se bebê está morto

Ele ligou para o 911, o número do serviço de emergência dos EUA, aproximadamente uma hora depois do crime

Por: Redação
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Um bebê de dez meses morreu depois de ser estuprada pelo próprio pai, de 29 anos, em Montgomery, na Pensilvânia (EUA). Depois da violência sexual, ele pesquisou no Google: “Como posso saber se um bebê está morto?”, “E se você não ouvir o coração ou os batimentos do bebê?” e “Meu bebê não está respirando”.

Após estuprar filha de 10 meses, homem pesquisou como saber se bebê está morto

Segundo o Daily Mail, os policiais que atenderam ao chamado, realizado uma hora depois do crime, encontraram a fralda saturada de sangue. Eles tentaram reanimar a criança no local e a levaram ao hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos — trauma retal e contusão no crânio.

Os promotores da Pensilvânia afirmam que o pai estuprou a filha enquanto deveria cuidar do bebê, na noite de sábado, 3.

Acusado de agressão sexual agravada, estupro de uma criança, relação sexual desviante involuntária e agressão indecente agravada, o homem está preso e tem uma audiência marcada para o dia 13 deste mês.

Como denunciar casos de abuso infantil e como orientar a criança

Em 2015, foram mais de 14 mil casos de abuso sexual reportados

Diariamente, crianças e adolescentes são expostos à violência sexual. Até abril de 2019, o Disque 100 recebeu mais de 4 mil denúncias de abuso infantil em todo o Brasil, mas sabemos que esses dados não estão nem perto da realidade, uma vez que ainda é difícil ter estatísticas que realmente abranjam o problema de forma real.

Isso se dá por inúmeros fatores como, por exemplo, pelo preconceito e pelo silêncio das vítimas (que às vezes não entendem o que está acontecendo com elas) e pela “vergonha” e falta de informação sobre o assunto de familiares.

Tipos de abuso infantil

Criança não tem culpa pelo abuso

É importante lembrar que abuso sexual, violência sexual e pedofilia são coisas distintas. Segundo o Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes:

  • Pedofilia: Consta na Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) e diz respeito aos transtornos de personalidade causados pela preferência sexual por crianças e adolescentes. O pedófilo não necessariamente pratica o ato de abusar sexualmente de meninos ou meninas. O Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não preveem redução de pena ou da gravidade do delito se for comprovado que o abusador é pedófilo.
  • Violência Sexual: A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é uma violação dos direitos sexuais porque abusa e/ou explora do corpo e da sexualidade de garotas e garotos. Ela pode ocorrer de duas formas: abuso sexual e exploração sexual (turismo sexual, pornografia, tráfico e prostituição).
  • Abuso sexual: Nem todo pedófilo é abusador, nem todo abusador é pedófilo. Abusador é quem comete a violência sexual, independentemente de qualquer transtorno de personalidade, se aproveitando da relação familiar (pais, padrastos, primos, etc.), de proximidade social (vizinhos, professores, religiosos etc.), ou da vantagem etária e econômica.
  • Exploração sexual: É a forma de crime sexual contra crianças e adolescentes conseguido por meio de pagamento ou troca. A exploração sexual pode envolver, além do próprio agressor, o aliciador, intermediário que se beneficia comercialmente do abuso. A exploração sexual pode acontecer de quatro formas: em redes de prostituição, de tráfico de pessoas, pornografia e turismo sexual.

*Grooming consiste em ações de sedução cometidas por um adulto para contatar uma criança pela Internet com o objetivo de ganhar sua confiança e amizade.
**Sexting é a troca de mensagens virtuais de conteúdo sexual por meio, principalmente, de celulares

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