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Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis celebraram reabertura do comércio em Manaus

Capital amazonense vive situação dramática com falta de oxigênio para pacientes com Covid-19

Por: Redação
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O recuou na decisão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), em decretar o ‘lockdown’ no fim de 2020 pode ter contribuído para o caos em que Manaus se encontra.

A capital amazonense está com os hospitais lotados e, para piorar a situação, falta de oxigênio para pacientes com covid-19.

A reabertura do comércio em Manaus no fim de dezembro foi comemorada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) nas redes sociais na ocasião.

Manaus
Crédito: Jane de Araújo/Agência Senado Em meio ao caos em Manaus, Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis celebraram reabertura do comércio

“1º Búzios e agora Manaus. Todo poder emana do povo”, escreveu Eduardo Bolsonaro em 26 de dezembro no Twitter.

Além dele, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) também comemorou a decisão que enfraqueceu o isolamento na capital amazonense. “A pressão do povo funcionou tb em Manaus. O governador do Amazonas, @wilsonlimaAM voltou atras em seu decreto de Lockdown. Parabéns, povo amazonense, vcs fizeram valer seu poder!”, escreveu.

Drama em Manaus

Em meio ao desespero, algumas famílias de pacientes estão relatando o drama nas redes sociais e pedindo para quem tiver cilindro de oxigênio em casa levar até os hospitais.

Manaus sem oxigênio
Crédito: Reprodução/TwitterCom aumento de internações por covid-19, falta oxigênio em hospitais de Manaus

“Nós estamos em uma situação deplorável. Simplesmente acabou o oxigênio de toda uma unidade de saúde. Não tem oxigênio, é muita gente morrendo”, conta uma mulher.

Médicos também têm recorrido à internet para fazer o mesmo apelo. “Hoje pela manhã, tivemos uma baixa total de oxigênio, perdemos alguns pacientes, foi um caos”, relata um dos profissionais do Hospital Getúlio Vargas.

O Sindicato dos Médicos do Amazonas pediu para que seja encontrada uma solução para o problema. “Transportar oxigênio de outros estados em caráter de guerra é uma necessidade para salvar vidas”, afirmou Mário Vianna, presidente da entidade.

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