Glamour Garcia escondeu que apanha do ex-namorado há meses

Ex-namoradas de Gustavo Dagnese confirmaram comportamento agressivo do produtor de eventos

Por: Redação

Glamour Garcia tornou público o caso de agressão envolvendo o ex-namorado, Gustavo Dagnese, no último sábado, 11, mas há quem diga que este não é um episódio inédito. O produtor de eventos já teria partido para a violência outras vezes ao longo dos últimos meses que conviveu com a atriz.

glamour garcia e gustavo dagnese
Crédito: Reprodução/InstagramGlamour Garcia colocou um fim no relacionamento com Gustavo após uma série de agressões

A crise, de acordo com amigos da famosa, aconteceu porque ela começou a fazer um sucesso enorme com a personagem Britney, de ‘A Dona do Pedaço’. “Ela começou a ser convidada para eventos, para festas, viagens. E ele não suportava isso. Começou a implicar com tudo, ela teve depressão, engordou. Estava infeliz mesmo”, contou um amigo ao jornal Extra. “Ele […] agarrou o pescoço dela e tentou estrangulá-la, a ameaçando de morte depois”, completou.

Ao que parece, o comportamento agressivo de Dagnese não é exclusivo com Glamour Garcia. De acordo com a publicação, ex-namoradas do rapaz, afirmaram que ele sempre foi violento. “Ele repete um padrão. Agride, tenta apertar o pescoço, bate, ameaça. É um psicopata”, conta uma ex-namorada, que nunca deu parte na polícia por medo: “Eu morria de medo de morrer. Sentia que ele não tinha nada a perder”.

 

Para outra mulher, Gustavo não consegue conviver com o sucesso das namoradas: “[…] Um homem assim não admite que uma mulher ou trans seja melhor que ele […]”, frisou.

Gustavo Dagnese tem duas passagens na polícia, uma em 2011 por ameaça, outra em 2014 por agressão, além de uma outra por posse de entorpecentes e um processo por furto, em 2015.

Violência contra a mulher não é apenas física; saiba identificar abaixo:

Demonstra amor de forma exagerada

As demonstrações de amor de forma exagerada, com pedidos de casamento, noivado ou namoro muito prematuros são indícios de um relacionamento que pode vir a ser abusivo.

Se dedica 100% à relação

Sabe aquela pessoa que parou de jogar futebol com os amigos, parou de ir aos passeios e fica 100% do tempo com a namorada, observando tudo o que acontece com ela? Isso é outro indício de uma tentativa de controle e, portanto, de violência.

Faz uso de um falso moralismo

O sujeito fala para que você precisa respeitar a sua família, mas ele não fala com a mãe dele há 5 anos e nunca a tratou bem. É algo que não se encaixa muito bem.

Utiliza chantagens frequentes

Chantagens, muitas chantagens. Para que a mulher não termine, o homem usa aspectos e pessoas essenciais da vida dela e a chantageia. Inclusive, em certos casos, o agressor chega a inventar que está com uma doença grave ou até mesmo ameaça se matar.

Se vitimiza sempre

O homem sempre se coloca como vítima. Às vezes de antigas namoradas, em outros casos de familiares ou chefes mulheres. Todas causaram mal a ele. Ou seja, a raiva com que ele trata a companheira e o resto das pessoas é justificada como se fosse uma reação ao sofrimento que enfrentou ao longo da vida. No entanto, a mulher precisa prestar atenção, pois, após certo tempo, ela mesma será colocada como mais um algoz na vida do rapaz.

Desqualifica a mulher em público

A todo momento, ele tenta desqualificar a vítima em público e deslegitimar todos seus sentimentos, desde a dor, o sofrimento e até a alegria.

Por exemplo: a mulher chega toda feliz em casa porque será promovida no emprego, e ele responde: “Não tem nada a ver com talento, mas sim porque seu chefe está querendo te pegar”.

Além disso, o companheiro passa a minar todas as coisas que são básicas a ela: faz silêncios violentos, ameaça ficar sem falar com ela caso não siga um pedido seu, entre outros comportamentos.

Trai com frequência

Um aspecto que aparece frequentemente são as traições. O indivíduo tem o hábito de trair e colocar essas traições como culpa do outro: “Olha, eu te traí porque você ficou diferente comigo, porque você está muito fria”.

Um caso que acontece sempre é o homem ter brigado o dia todo com a mulher, aí chega à noite e quer ter relação sexual, mas ela nega. Então, ele a trai e ainda diz que fez isso porque ela não tem mais interesse e o jogou nos braços de outra mulher.

Campanha #ElaNãoPediu

Os números são impactantes: pesquisas mostram o crescimento de vítimas de feminicídio e agressões contra mulheres a cada ano no Brasil. De 2017 para 2018, por exemplo, a alta de feminicídios foi de 4%. Em 2017, mais de 221 mil mulheres procuraram delegacias de polícia para registrar agressões em decorrência de um problema social complexo, bastante conhecido, mas pouco debatido: a violência doméstica. Confira os detalhes da campanha organizada pela Catraca Livre no link abaixo:

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