Homem que atacou Jair Bolsonaro postava conteúdo homofóbico

Adélio Bispo de Oliveira está preso desde a última quinta-feira, 6

Por: Redação
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Crédito: Reprodução/FacebookAdélio Bispo de Oliveira, que atacou Bolsonaro, postava conteúdo homofóbico em sua conta no Facebook

Adélio Bispo de Oliveira, que se tornou notícia na última quinta-feira, 6, após atacar o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, em Minas Gerais, costumava compartilhar conteúdo homofóbico em seu perfil nas redes sociais.

Em sua conta no Facebook, por exemplo, Adélio se manifestou publicamente de forma contrária à conquista de direitos da comunidade LGBT em Cuba, em uma publicação datada do dia 22 de julho.

Pouco mais de um mês antes, o homem criticou as pessoas que foram à Avenida Paulista para participar da 22º Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Essa postagem foi feita no dia 4 de junho.

Confira:

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Crédito: Reprodução/FacebookAlém de críticas à maçonaria, Adélio Bispo Oliveira, que atacou Jair Bolsonaro, costumava postar conteúdo homofóbico em seu perfil nas redes sociais
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Crédito: Reprodução/FacebookAlém de críticas à maçonaria, Adélio Bispo Oliveira, que atacou Jair Bolsonaro, costumava postar conteúdo homofóbico em seu perfil nas redes sociais

Ataque

Jair Bolsonaro foi atacado com um faca por Adélio Bispo de Oliveira na tarde da última quinta-feira, 6, durante campanha na cidade mineira de Juiz de Fora.

Após a agressão, o deputado foi encaminhado para a Santa Casa da cidade, onde passou por uma cirurgia.

Com a repercussão do caso, a vida de Adélio foi trazida a público pela imprensa nacional. Além de compartilhar posts homofóbicos, o mesmo era crítico ferrenho da maçonaria.

De acordo com informações da polícia, Oliveira confessou o crime e disse que o fez “em nome de Deus”.

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Crédito: Reprodução/TwitterBolsonaro foi atacado durante campanha em Minas Gerais

No último final de semana, Adélio Bispo foi transferido do Ceresp de Juiz de Fora, onde estava detido, para a penitenciária federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Por decisão da juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2º Vara Federal de Juiz de Fora, a prisão do acusado foi convertida de flagrante para preventiva.

Ainda conforme parecer da magistrada, Oliveira foi indiciado pelo Artigo 20 da Lei de Segurança Nacional, que dispõe sobre “praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político”. A pena para esse tipo de crime é de 3 a 10 anos de detenção, podendo ser dobrada, dependendo do grau de lesão corporal da vítima, ou triplicado, em caso de morte.

Com informações do site Guia Gay São Paulo

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