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Médica diz que bebê está morto, induz aborto, mas ele nasce vivo

A adolescente afirmou que a morte de seu filho foi resultado da negligência dos médicos e que tudo poderia ter sido evitado, com diagnóstico preciso

Por: Redação

Médica disse a uma jovem grávida que seu bebê estava morto, induziu o aborto, mas ele nasce vivo, no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), no Distrito Federal.

Crédito: Istock/oonalEmotional gesture

A gestante de 16 anos, V.G.S foi ao hospital porque estava sentindo fortes dores na região da barriga. De acordo com o portal Metrópoles “na unidade pública de saúde, foi recebida e atendida por uma médica que, sem nem mesmo precisar realizar qualquer exame, diagnosticou a morte precoce de seu bebê e receitou um abortivo. Nove horas depois, entrou em trabalho de parto e, contrariando o diagnóstico da profissional, deu à luz um menino, cujo coração ainda batia”.

Mas o que aconteceu em seguida foi parar na Polícia. 1h40 após o nascimento do bebê de seis meses, ele faleceu.

A adolescente afirmou que a morte de seu filho foi resultado da negligência dos médicos e que tudo poderia ter sido evitado, se houvesse disposição para realizar um diagnóstico preciso.

“A médica apenas tocou na minha barriga e disse que meu bebê tinha morrido. Sem fazer exames, me medicou. Mais tarde, por volta das 19h, outro médico me examinou com um estetoscópio e disse que não conseguia ouvir os batimentos cardíacos. Mesmo assim, meu filho nasceu vivo. Se fosse em qualquer outro hospital ou qualquer outro médico, ele poderia estar comigo hoje”, desabafou a jovem.

Além da adolescente outros 11 pacientes foram a 26ª Delegacia de Polícia para denunciar as irregularidades no HRSam. Os relatos graves envolvem erros médicos, mortes de bebês e até humilhações. As queixas levaram a Polícia Civil do Distrito Federal a abrir investigação.

O governador Ibaneis Rocha (MDB), falou pela primeira vez sobre os casos, nesta quarta-feira, 17, ”Já determinamos que seja feito o acompanhamento e vamos fornecer todos os dados aos órgãos competentes pela investigação. Se houver realmente irregularidades, vamos punir esses profissionais”, ressaltou.

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