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Milícias digitais atacam famosas que criticaram Bolsonaro

Famosas contra Bolsonaro recebem ataques nas redes sociais

Por: Redação | Comunicar erro
Crédito: ReproduçãoAlinne Rosa, Daniela Mercury e Débora Secco são algumas das famosos que fortalecem a #MulheresContraOBolsonaro

Sasha, a filha de Xuxa, está sofrendo um ataque virtual porque disseminou a hashtag “#EleNão” – mas não está sozinha entre as famosas.

Celebridades como as cantoras baianas Daniela Mercury e Alinne Rosa, as atrizes Deborah Secco, Fernanda Paes Leme e Débora Falabella usaram a internet para publicar mensagens contra o candidato, ajudando a bombar mundial a hashtag “EleNão”, depois da invasão do grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”.

Logo seriam atacadas pelas milícias digitais, chamadas de “vagabundas”, “putas” e “esquerdopatas”. No caso de Deborah Secco foi comparada a Bruna Surfistinha – ela fez o papel da prostituta em filme.

deborah secco on Twitter

EleNao não tem a ver com política (só). Tem a ver com moral. Com a liberdade e a dignidade de “ser” e de pensar, que eu espero que a minha filha tenha. E os filhos de todos vocês tenham também. É por isso que #EleNão

#elenão

20.6 mil curtidas, 3,085 comentários – Daniela Mercury (@danielamercury) no Instagram: “#elenão”

Publicação do Instagram de Débora Falabella * 16 de Set, 2018 às 2:21 UTC

19.3 mil curtidas, 2,085 comentários – Débora Falabella (@deborafalabellaoficial) no Instagram

#elenão ELE NÃO!

13.3 mil curtidas, 1,902 comentários – Alinne Rosa (@alinne) no Instagram: “#elenão ELE NÃO!”

No final de semana, as hashtags também conseguiram entrar no trending topics mundial.

Hackers atacam “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”

Em meio aos ataques incessantes dos últimos dias, o grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” foi devolvido às criadoras do levante coletivo criado na rede social.

No último sábado, 15, a página foi invadida por hackers que, após expulsar as idealizadoras do movimento, trocaram o nome para “Mulheres com Bolsonaro” e incluíram uma foto do presidenciável. Por conta das atividades suspeitas, foi retirado do ar temporariamente.

No inicio da tarde deste domingo, 16, porém, o Facebook anunciou o retorno das atividades do MUCB. “O grupo foi restaurado e devolvido às administradoras”. A partir de hoje será feita uma faxina para limpar os estragos feitos pelos invasores.

Hashtag contra Bolsonaro vira um dos principais assuntos do mundo

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