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Pesquisadora da USP morre atropelada em São Paulo

"A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo" é o título da dissertação da vítima

Por: Redação
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Marina Kohler Harkot, de 28 anos, foi atropelada por um carro por volta das 23h50 do último sábado, 7, na zona oeste de São Paulo, e morreu no local. Ela era cicloativista e pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo). O motorista fugiu sem prestar socorro.

Uma policial militar de folga prestou socorro, mas não testemunhou o atropelamento.

O veículo que causou a morte da ativista foi seguido por um motociclista. Segundo relato, era um Hyundai Tucson e a placa foi informada à polícia, que tenta identificar o condutor. A ocorrência foi registrado no 14º DP, em Pinheiros.

A  jovem era formada em ciências sociais pela USP e mestra e doutoranda pela mesma instituição. Ela era pesquisadora colaboradora do LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade).

Outros cicloativistas realizaram um ato em homenagem à pesquisadora neste domingo, 18.

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