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Polícia pede prisão temporária do suspeito de matar menino em SP

Polícia Civil pediu a prisão temporária por 30 dias do suspeito pelo crime ocorrido na noite de Réveillon em São Paulo

Por: Redação

Após a morte do menino Arthur Silva, de 5 anos, durante a festa de Ano Novo na periferia de São Paulo, a Polícia Civil pediu a prisão temporária por 30 dias do suspeito pelo crime.

Detido na carceragem do 89º DP, na região do Morumbi, o homem é considerado o principal suspeito de ter efetuado disparos para o alto na noite do dia 1º de janeiro. Preso no mesmo dia por porte ilegal de arma, e logo liberado, o suspeito pode ser transferido para o 77º DP, na Santa Cecília, caso a Justiça aceite o pedido de prisão.

Preso na noite da última terça-feira, 2, a polícia chegou até o suspeito por meio de investigação ainda não concluída. Entretanto, um homem que teve o telefone interceptado teria comentado sobre um conhecido que tinha matado uma criança sem querer.

Istock/Getty Images
Crédito: Getty Images/iStockphotoCrime aconteceu minutos depois da meia-noite do dia 1º de janeiro de 2018, na zona sul de São Paulo

Segundo a investigação, o atirador passava pela rua onde acontecia a  festa na noite de Réveillon quando atirou para cima em comemoração à virada de ano. Apesar disso, o acusado nega ter passado pela região, embora confesse o disparo feito com um revólver calibre 38.

Ainda de acordo com as primeiras informações, o suspeito efetuou três ou quatro disparos para o alto – sendo que um deles atingiu a criança na cabeça. O exame preliminar divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) indica que a bala atingiu a parte de cima da cabeça de Arthur e se alojou na nuca. O corpo do menino foi enterrado na tarde desta terça-feira (2), no Cemitério Parque do Jaraguá, na Zona Oeste da cidade.

Cronologia da omissão

Nesta quarta-feira, 3, o portal G1 ouviu a família da vítima que ressaltou a omissão dos hospitais procurados para atendimento. Levado a um centro médico que não tinha UTI, Arthur teve que esperar seis horas para conseguir uma vaga em hospital público.

Na reportagem, a tia do menino, Rosana Aparecida, questionou a suposta lotação dos hospitais procurados. “ligamos para o São Camilo, ligamos para o Metropolitano, no Sabará, no Albert Sabin, no que ia lembrando, nos próximos aqui da região, no Santa Cecília. Ligamos em vários, gente. Nenhum tinha vaga. UTI Infantil. Será que nenhum tinha vaga? Nenhum?. Confira mais detalhes sobre o caso no G1. 

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