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Andressa Urach falou que não se mata apenas por causa do filho

A modelo revelou que está sobrevivendo a base de calmantes

Por: Redação
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A vida de Andressa Urach tem mudado bastante nos últimos tempos, desde que ela tomou a decisão de deixar a igreja Universal do Reino de Deus, liderada pelo Bispo Macedo. A modelo, que disse ter doado um Porsche e bolsa Chanel para a instituição religiosa, foi demitida pela Record após as declarações que deu sobre a instituição religiosa. A escritora disse que tudo isso mexeu muito com o psicológico dela.

Andressa Urach falou que não se mata apenas por causa do filho
Crédito: Reprodução/InstagramAndressa Urach falou que não se mata apenas por causa do filho

“Só não me mato porque tenho um filho para criar. Se eu não tivesse passado pela experiência de quase morte em 2014, eu teria virado ateia”, declarou Andressa Urach em entrevista ao colunista Leo Dias. A influenciadora digital falou que passou mal depois da demissão e foi levada ao hospital pela mãe, pois teve um pico de pressão alta. Ela também voltou fazer tratamento psiquiátrico após ser desligada da empresa.

“Eu estava muito mal na semana passada, estou à base de calmantes. Julgar todo mundo sabe, agora estar na minha pele… Ninguém sabe o que estou sentindo. Graças a Deus, tenho bons amigos que estão me ajudando nessa fase delicada da minha vida”, falou Andressa.

Risco de suicídio: prevenção, como identificar e onde buscar ajuda

O suicídio é considerado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública, complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero.

Todos os anos, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). No Brasil, uma pessoa morre por suicídio a cada hora, enquanto outras três tentaram se matar sem sucesso no mesmo período.

O assunto é tão complexo que muitas pessoas evitam falar a respeito, o que nem sempre é a melhor decisão. Um problema dessa magnitude não pode ser negligenciado, pois sabe-se que o suicídio pode ser prevenido.

Uma comunicação correta, responsável e ética é uma ferramenta importante para evitar o efeito contágio.

Qual seria essa forma? Vamos listar alguns sinais de alerta de pessoas em risco e onde procurar ajuda nesses casos. Para saber mais, clique aqui.

 

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