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Repórter da GloboNews dá bronca ao vivo em manifestante nos EUA

Carolina Cimenti precisou interromper a transmissão duas vezes

Por: Redação

Carolina Cimenti precisou interromper a transmissão ao vivo da GloboNews, na última segunda-feira, 1º, para dar duas chamadas em um manifestante, que a incomodava enquanto tentava fazer a cobertura dos protestos antirracistas nos Estados Unidos pela morte de George Floyd.

Carolina Cimenti
Crédito: Reprodução/GloboNewsCarolina Cimenti sendo interrompida por um manifestante ao vivo

Caminhando pelas ruas de Nova York, ofegante e preocupada com a aglomeração de pessoas, a repórter perdeu a paciência ao vivo.

“Deixa eu fazer a minha reportagem, cara”, disse ela, sem que a emissora mostrasse ela no telão do estúdio.

Em seguida, a câmera focou na jornalista, que caminhava apressada pelas ruas e teve de pedir para o rapaz, que acenava e gesticulava atrás dela, para se afastar. “Cara, mantenha o distanciamento social, ok?”, ordenou, em inglês.

O trabalho de Carolina frente aos protestos, juntamente com as outras repórteres Candice Carvalho e Raquel Krähenbühl vem recebendo uma série de elogios. Isso porque elas estão se desdobrando para trazer informações em tempo real.

O trabalho das jornalistas, inclusive, foi comparado ao da CNN Brasil, que está sendo duramente criticada nas redes sociais por sequer mencionar as manifestações.

Assista ao momento AQUI.

ASSASSINADO

Os laudos de duas necrópsias, divulgadas na segunda-feira, 1º,  atestam que, George Floyd foi realmente morto por asfixia mecânica.

De acordo com os legistas de Hennepin, a parada cardiorrespiratória que levou o segurança à morte foi causada por “contenção e compressão do pescoço” e com isso, a morte se trata de um “homicídio culposo”, disseram em um comunicado. O assassinato do norte-americano George Floyd por policiais provocou reações em todo o mundo.

Mesmo afirmando que não conseguia respirar, o homem de 46 anos foi sufocado até a morte por um policial branco durante abordagem na última segunda-feira, 25, em Minneapolis (EUA). Protestos antirracistas explodiram, primeiro em Minneapolis, depois em dezenas de cidades americanas e do mundo.

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