Top brasileira deixa a magreza no passado e bomba como plus size

Ela virou a página e se redescobriu em um novo nicho da moda

Por: Redação | Comunicar erro
O antes e depois de Nathalia impressiona

A modelo Nathalia Novaes, 27, deixou no passado um hábito que classificava como doentio. Ela se pesava todos os dias, sofria com uma magreza excessiva e vivia se privando de várias coisas para manter o corpo esquálido.

Confira:

Com 1,77 metro, ela calcula atualmente pesar em torno de 73 quilos. Mas não tem certeza. A modelo revelou, em entrevista à Folha, que parou de se pesar a um tempo.

Ela se diz orgulhosa de deixar no passado uma época em que vestia manequim 36 e subia em passarelas com o corpo bem magro.

Nathalia foi descoberta aos 19 anos, quando ainda estudava jornalismo na USP, mas se mudou para os Estados Unidos para viver como modelo.

“Conseguiu emagrecer e me mantive magra por sete anos. Cresci na carreira, viajava para fora e a ganhava dinheiro. Era louco, quanto mais eu crescia profissionalmente, mais eu me dava conta de que vivia em cima de um corpo que não era o meu. Não tinha liberdade de ser quem eu sou. Não podia saciar minha fome. Nunca”, disse ao jornal.

A comida virou uma obsessão na vida dela. “Vejo minhas fotos antigas e fico assustada. Fui anoréxica, uma coisa sobre a qual não se fala muito para não ser estigmatizada”, relata.

Quando conseguiu deixar a pressão pelo “corpo perfeito” no passado descobriu que sua vida mudaria.

“Foi quando percebi que o padrão de beleza dentro da minha cabeça mudou. Comecei a aceitar meu tipo. Foi libertador. Passei a ter força para não me sentir afetada pelas críticas e cobranças da indústria”, conta na mesma entrevista.

Atualmente, ainda bomba nas passarelas norte-americanas, mas como modelo plus size. Na prática, trocou um nicho do mercado da moda por outro. Mas na teoria, se livrou de uma pressão excessiva por um corpo “perfeito”. Entre aspas mesmo, segundo ela própria.

São aquelas que sobem na passarela e posam para campanhas envergando um manequim acima do número 42, contra o 36 padrão das tops “normais”, ressalta ela, frisando o entre aspas.

Sua história está no documentário “Straight/Curve: – Redefining Body Image” (“Magras x Curvilíneas: Redefinindo a Imagem Corporal”, em tradução livre), lançando em julho deste ano.

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