O jovem Davis Allen Cripe, 16, morreu devido à ingestão três bebidas com forte concentração de cafeína em apenas duas horas. É o quer aponta laudo divulgado esta semana, o jovem faleceu mês passado.

Nesse intervalo o jovem consumiu um café latte de uma famosa rede de fast-food, um energético e um refrigerante de cor da marca americana Mountain Dew. Na sequência ele teve uma arritmia cardíaca, que o levou a um colapso e a desmaiar.

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Davis não apresentava nenhuma anomalia cardíaca antes do episódio

O garoto estava em sua escola, no estado da Carolina do Sul, no momento do ataque e morreu uma hora depois do desmaio.

Segundo matéria do Extra, o legista Gar Watts informou o que os médicos que atenderam Davis indicaram a que a causa da morte do jovem foi "um evento cardíaco induzido por cafeína que resultou em arritmia".

Watts indica, porém, que não poderia qualificar a ocorrência como uma overdose da substância. Ele ainda afirmou que teria sido difícil definir o que causou o óbito do garoto se não fossem os relatos das pessoas que viram que ele consumiu as bebidas no curto período.

Davis era considerado um jovem saudável e não apresentava nenhuma anomalia cardíaca antes do episódio.

"Não estamos dizendo que foi o montante total de cafeína no corpo. Foi apenas como ele ingeriu tudo aquilo em um curto período de tempo. Virar uma bebida energética, no fim das contas, foi o problema que causou a arritmia", relatou o legista segundo matéria do jornal.

É importante evitar o consumo excessivo de cafeína

Café, chá preto, chá verde, chá mate, chocolate e alguns refrigerantes têm em sua composição a cafeína, substância com efeito estimulante. Bebidas energéticas também possuem grande quantidade de cafeína. Uma lata de energético de 250ml equivale a dois cafés expressos.

Pessoas possuem tolerâncias diferentes à cafeína, mas, segundo e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentícia (FDA, na sigla em inglês), a recomendação é tomar no máximo três xícaras de café por dia.

O maior problema do consumo excessivo é que a cafeína pode acelerar o coração, sobrecarregando o órgão e causando arritmia, além de provocar alterações neurológicas, causando problemas como insônia, como informa matéria do Vivo Mais Saudável, parceiro do Catraca Livre.