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Como agem os remédios para calvície distribuídos nas Forças Armadas

Medicamento foram adquiridos entre 2018 e 2020, segundo documentos

Por: Redação

Viagra não foi o único remédio inusitado aprovado pelo Ministério da Defesa para as Forças Armadas. De acordo com dados do Portal da Transparência e do Painel de Preços do governo federal, dois remédios para calvície também estavam na lista de itens que teriam sido distribuídos a oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Tratam-se do minoxidil e da finasterida, substâncias indicadas para quedas com causas hormonais ou genéticas, que estimulam o crescimento capilar em áreas calvas. Ambos os medicamentos são facilmente encontrados nas farmácias online e físicas para uso oral ou tópico, na forma de loção.

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Crédito: Herkisi/istockMinistério da Defesa aprovou também a compra de dois remédios para calvície

Veja abaixo como as substâncias funcionam:

Minoxidil

O minoxidil tem efeito de acelerar o crescimento dos fios e torná-los mais espessos. Também é utilizado para estimular o crescimento da babar. O que explica o crescimento dos fios é sua ação vasodilatadora, que aumenta a irrigação local e envio de substâncias nutritivas para o bulbo capilar.

A substância é um tratamento liberado pelo FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora de remédios e alimentos nos Estados Unidos e, embora seguro, tem efeitos adversos.

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Crédito: Antonio_Diaz/istock Remédios estimulam o crescimento de cabelo e pelos da barba

Em algumas pessoas, pode haver reação alérgica, coceira e descamação do couro cabeludo na região onde o produto é aplicado.

Outro risco para cerca de 35% dos pacientes é o efeito rebote nas primeiras 2 a 6 semanas de uso. É quando a queda de cabelo aumenta consideravelmente para depois começar o crescimento.

Finasterida

A finasterida age reduzindo especificamente os níveis de diidrotestosterona (DHT) do corpo, a causa principal de queda de cabelo de homens. Desta maneira, ajuda a reverter o processo da calvície, levando ao aumento do crescimento capilar e à prevenção de novas perdas de cabelo.

Enquanto que em baixas doses a finasterida é usada para o tratamento da calvície, em altas doses, é usada tratamento da hiperplasia prostática benigna e de câncer de próstata.

Entre os possíveis efeitos colaterais, estão: erupção cutânea; urticária; edema dos lábios, língua, garganta e da face; depressão; diminuição da libido que continua após a descontinuação do tratamento e disfunção sexual.

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