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Ginecologista derruba cinco mitos sobre a gravidez

Por: Redação | Comunicar erro
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Publicidade
Crédito: Getty Images/iStockphotoMédico esclarece o que fazer e o que não fazer durante a gravidez

As mamães de primeira viagem costumam ouvir muitas histórias sobre a gravidez e seus sintomas, mas nem todas são exatamente reais. E nada mais característico da gravidez que surgirem várias dúvidas, medos e preocupações.

“É muito importante sempre recorrer a um obstetra de confiança para que tire todas as dúvidas possíveis”, comenta Patrick Bellelis, ginecologista membro Doctoralia, plataforma  que liga médicos a pacientes no esclarecimento de dúvidas.

Confira abaixo os cinco principais mitos sobre gravidez desvendados pelo especialista que poderão ajudar as mães que têm dúvidas sobre o que deve fazer ou não durante a gestação:

Toda gestante sente náuseas

Algumas mulheres podem ter enjoos no primeiro trimestre da gravidez, mas não são todas as grávidas que apresentarão os sintomas. Essa condição depende da pessoa e é ideal procurar um médico caso os enjoos sejam frequentes.

Gestantes não devem ingerir alimentos apimentados

Pimenta pode ser abortiva ou causar complicações na formação do bebê? Negativo. Não tem nada científico que comprove essa afirmação. A questão de evitar ingerir alimentos fortes se dá somente com o intuito de facilitar a digestão e não causar desconforto para a mãe.

Gestante não pode tomar banho de sol

Tomar sol em excesso não é recomendável para ninguém, mas, com exceção do exagero, a vitamina D é fundamental para a saúde da mãe e do bebê e ela só entra no organismo depois do contato da pele com raios solares.

Não é permitido fazer sexo no período de gravidez

Essa afirmativa depende do tipo de gravidez e se ela é de de risco ou não. Na maioria dos casos a relação sexual é permitida durante todos os meses e fará bem para a mãe. Caso tenha dúvidas sobre uma condição específica é importante consultar um médico.

Se o bebê for grande é recomendável fazer parto cesárea

Antigamente o parto cesárea não era uma opção, então como as mães faziam nesse caso? A questão é que o parto normal também pode ser considerado se o bebê estiver um pouco acima do peso e é importante fazer uma avaliação com seu médico para verificar a melhor opção para a saúde da mãe e de seu bebê. Neste caso, é preciso considerar a avaliação do médico atrelado às expectativas da mãe para o parto.

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