Fundada pelos portugueses e com a malha urbana colonial preservada: a capital nordestina cujo centro histórico conserva construções e traçado que remontam ao século XVII e é Patrimônio Mundial desde 1997
Mansão de US$ 1,75 milhão com 7 quartos, projetada pelo mesmo arquiteto da casa de Taylor Swift e Travis Kelce, está à venda nos Estados Unidos
De dois eixos que se cruzam às superquadras erguidas sobre pilotis: a capital brasileira planejada entre 1956 e 1960 que transformou as ideias de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer em uma das maiores experiências urbanísticas do século XX
Uma praça brasileira desenhada com características de uma Plaza Mayor espanhola dentro de uma cidade de tradição portuguesa: o conjunto sergipano reconhecido pela Unesco pela rara mistura de dois modelos de urbanismo colonial
Fundada pelos franceses, ocupada pelos holandeses e reorganizada pelos portugueses: a capital nordestina que mantém o traçado urbano de 1615 e um centro histórico marcado por casarões revestidos de azulejos
Fundada por franceses e conhecida como Cidade dos Azulejos, esta capital brasileira reúne cerca de 4 mil edificações tombadas, 32 km de litoral e um centro histórico reconhecido pela Unesco
Poucos brasileiros conhecem, mas os marroquinos tem esse conhecimento há séculos: como paredes grossas de terra, palha e água ajudam construções tradicionais a permanecerem mais frescas mesmo sob calor intenso
O conhecimento negligenciado pelos brasileiros e que salva as famílias iranianas do calor: torres de vento, pátios internos e paredes grossas conseguem resfriar a casa sem ar-condicionado
O piso cinza frio ficou para trás: a nova tendência para 2026 é mais acolhedora, natural e sem aquele aspecto impessoal dos ambientes monocromáticos
O backsplash de azulejos pequenos ficou para trás: a nova tendência para 2026 é mais contínua, elegante e com menos rejuntes para acumular sujeira
Arquiteto construiu uma casa com pneus, latas e garrafas de vidro: tubos subterrâneos ajudam a manter a temperatura entre 20 °C e 24 °C sem ar-condicionado
Em 2016, um engenheiro refugiado encheu garrafas descartadas com areia para construir uma casa mais segura para a avó no deserto; a experiência acabou virando 25 casas